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Enfermer�a Universitaria ISSN: 1655-7063 v13n3 151158r

 

 

 

Artículo de investigación

 

 

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Uso de tecnologías de asistencia y fragilidad en adultos mayores de 80 años y más

E. Teixeira-Gasparini, R. Partezani-Rodrigues, S. Fabricio-Wehbe, J. Silva-Fhon, M. Aleixo-Diniz, L. Kusumota
Programa de Enfermería General y Especializada, Escuela de Enfermería de Ribeirão Preto, Universidad de São Paulo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

Manuscrito recibido en 1 octubre 2015
Manuscrito aceptado en 8 junio 2016

Enferm Universitaria -Mex- 2016; 13(3): 151-158

 

 

 

Cómo citar este documento

Teixeira-Gasparini, E; Partezani-Rodrigues, R; Fabricio-Wehbe, S; Silva-Fhon, J; Aleixo-Diniz, M; Kusumota, L. Uso de tecnologías de asistencia y fragilidad en adultos mayores de 80 años y más. Enferm Universitaria -Mex-, 2016 jul-sep, 13(3). Disponible en <https://www.index-f.com/reu/13/151158.php> Consultado el

 

Resumen

Objetivo: Identificar y analizar la asociación entre el uso de tecnologías de asistencia y la fragilidad en los adultos mayores más viejos. Método: Estudio cuantitativo, descriptivo y de corte transversal realizado en Ribeirão Preto, Brasil, con 144 adultos mayores de 80 años y más, de ambos sexos que viven en la comunidad. Para la recolecta de datos fue utilizado el Instrumento del perfil demográfico, la Escala de Fragilidad de Edmonton y el Instrumento de Tecnología de Asistencia. Para el análisis de los datos se utilizó estadística descriptiva y para la asociación, la prueba exacta de Fisher con significación p< 0.05. Resultados: Se observó predominio del sexo femenino, de viudos y de los que viven solos. De los entrevistados, el 77.4% usaban algún tipo de tecnología de asistencia, destacándose el uso de lentes de medida, barras de apoyo y bastón. En la evaluación de la fragilidad, el 23.6% fueron categorizados con fragilidad leve, el 13.1% moderada y el 7.8% grave. A la asociación se verificó significación estadística entre los diferentes niveles de fragilidad con el uso de tecnología de asistencia como el uso de silla de ruedas, bastón, andador y barras de apoyo. Conclusión: El uso de tecnología de asistencia auxilia al adulto mayor frágil para mayor independencia funcional y autonomía en el desarrollo de sus actividades cotidianas.
Palabras clave: Anciano de 80 años o más/ Anciano frágil/ Dispositivos de autoayuda/ Enfermería geriátrica/ Brasil.
 

Abstract
Assisting technologies and frailty in aged 80 years and older

Objective: To identify and analyze the association between the use of assisting technologies and the frailty in aged 80 years and older. Method: This is a quantitative, descriptive and transversal study conducted in Ribeirão Preto, Brazil, with a sample of 144 aged 80 years and older of both sexes and living in the community. Data were gathered through the Edmonton Frail Scale (EFS), and the Assisting Technology Instrument. Data were analyzed using descriptive statistics and Fisher's exact test at a significant level of p < 0.05. Results: A prevalence of females, widowed, and living alone was observed. From those interviewed, 77.4% used some assisting technology, mainly lenses and supporting banisters. Concerning frailty assessment, 23.6% were considered as mild, 13.1% as moderate, and 7.8% as severe. A statistically significant association with the use of assisting technologies such as wheel chairs, banisters, and walkers was verified at all frailty levels. Conclusion: The use of assisting technologies can help elder adults achieve a more functional independence and autonomy in their daily life activities.
Key-words: Aged 80 and over/ Frail elderly/ Self-help devices/ Geriatric Nursing/ Brazil.
 

Resumo
Uso de tecnologias de assistência e fragilidade em idosos de 80 anos ou mais

Objetivo: Identificar e analisar a associação entre o uso de tecnologias de assistência e fragilidade em idosos mais velhos. Método: estudo quantitativo, descritivo de corte transversal realizado em Ribeirão Preto, Brasil com 144 idosos de 80 anos ou mais, de ambos os sexos que vivem na comunidade. Para a coleta de dados foi utilizado o Instrumento de Perfil Demográfico, Escala de Fragilidade de Edmonton e o Instrumento de Tecnologia de Assistência. Para a análise dos dados utilizou-se estatística descritiva e para a associação a Prova Exata de Fisher com significância p < 0.05. Resultados: Observou-se predomínio do sexo feminino, viúvos e os que vivem sós. Dos entrevistados, o 77.4% usavam algum tipo de tecnologia de assistência, destacando-se o uso de lentes com graduação, barras de apoio e bengala. Na avaliação da fragilidade, o 23.5% foram categorizados com fragilidade leve, o 13.1% moderada e o 7.8% grave. À associação verificou-se significância estatística entre os diferentes níveis de fragilidade com o uso de tecnologia de assistência, tal como o uso de cadeira de rodas, bengala, andador e barras de apoio. Conclusão: o uso de tecnologia de assistência auxilia ao idoso frágil para maior independencia funcional e autonomia no desenvolvimento de suas atividades cotidianas.
Palavras chave: Idoso de 80 anos ou mais/ Idoso fragilizado/ Equipamentos de autoajuda/ Enfermagem geriátrica/ Brasil.

 

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