ENTRAR            

 


 

Texto & Contexto. ISSN:0104-0707 2016 v25n3 r25311p

 

 

 

ARTIGO ORIGINAL

 

Ir a Sumario

 

 

Full text - English version

 

 

Qualidade de vida relacionada à saúde e expectativas com o tratamento cirúrgico de pacientes com estenose espinhal*

Eliane Nepomuceno,1 Lilian Maria Pacola,2 Carina Aparecida Marosti Dessotte,3 Rejane Kiyomi Furuya,4 Helton Luiz Aparecido Defino,5 Carlos Fernando Pereira da Silva Herrero,6 Rosana Aparecida Spadoti Dantas7
1
Mestre em Enfermagem. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. 2Mestre em Enfermagem. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. 3Doutora em Ciências. Professora do Departamento de Enfermagem Fundamental da EERP/USP. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. 4Doutora em Enfermagem. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. 5Doutor em Medicina. Professor do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. 6Doutor em Medicina. Professor do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. 7Doutora em Enfermagem. Professora do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da EERP/USP. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

Recebido: 21 de março de 2015
Aprovado: 08 de dezembro de 2015

 *Extraído da dissertação - Qualidade de vida relacionada à saúde e expectativas com o tratamento cirúrgico de pacientes com estenose espinhal: comparação segundo o local da estenose, submetida ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da Universidade de São Paulo (USP), em 2014

 

 

 

Cómo citar este documento

Nepomuceno, Eliane; Pacola, Lilian Maria; Dessotte, Carina Aparecida Marosti; Furuya, Rejane Kiyomi; Defino, Helton Luiz Aparecido; Herrero, Carlos Fernando Pereira da Silva; Dantas, Rosana Aparecida Spadoti. Qualidade de vida relacionada à saúde e expectativas com o tratamento cirúrgico de pacientes com estenose espinhal. Texto Contexto Enferm, jul-sep 2016, 25(3). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/2016/25311p.php> Consultado el

 

Resumo

Estudo analítico, de corte transversal com objetivos de comparar a qualidade de vida relacionada à saúde, presença de sintomas de ansiedade e depressão e limitação funcional, segundo o local da estenose espinhal; e descrever as expectativas dos pacientes frente ao tratamento cirúrgico. Participaram 32 pacientes com estenose lombar e 22 com estenose cervical. Na comparação da qualidade de vida relacionada à saúde, constatamos diferenças estatisticamente significantes nos domínios Dor e Capacidade funcional. Não houve diferenças estatisticamente significantes quanto aos sintomas de ansiedade e depressão. A média da limitação funcional foi 53,2% (DP=11,9%) para o grupo com estenose lombar e 40,2% (DP=17,5%) para estenose cervical. A maioria dos participantes tinha expectativa de muita melhora dos sintomas após o tratamento cirúrgico. No pré-operatório, as expectativas de melhora são elevadas e devem ser discutidas com a equipe de saúde, uma vez que, na clínica, essa melhora nem sempre é obtida com o tratamento cirúrgico.
Descritores: Qualidade de vida/ Coluna vertebral/ Ansiedade/ Depressão.
 

Resumen
Calidad de vida relacionada a la salud y expectativas del tratamiento quirúrgico de pacientes con estenosis espinal

Estudio analítico, trasversal para comparar la calidad de vida relacionada a la salud, presencia de síntomas de ansiedad y depresión y limitación funcional según el local de la estenosis espinal; y describir las expectativas de los pacientes ante el tratamiento quirúrgico. Participaron 32 pacientes con estenosis lumbar y 22 con estenosis cervical. En la comparación de la calidad de vida relacionada a la salud, constatamos diferencias estadísticamente significantes en los dominios Dolor y Capacidad funcional. No fueron encontradas diferencias estadísticamente significantes en los síntomas de ansiedad y depresión. El promedio de la limitación funcional fue 53,2% (DE=11,9%) para el grupo con estenosis lumbar y 40,2% (DE=17,5%) para estenosis cervical. La mayoría esperaba gran mejora de los síntomas después del tratamiento quirúrgico. En el preoperatorio, las expectativas de mejora son altas y deben ser discutidas con el equipo de salud, ya que esa mejora ni siempre es alcanzada en la clínica con el tratamiento quirúrgico.
Descriptores: Calidad de vida/ Columna vertebral/ Ansiedad/ Depresión.
 

Abstract
Health-related quality of life and expectations of spinal stenosis patients towards the surgical treatment

The objective of this cross-sectional analytical study was to compare health-related quality of life, presence of anxiety and depression symptoms, and functional limitation according to the location of the spinal stenosis; and to describe patients' expectations toward the surgical treatment. Thirty-two patients with lumbar stenosis and 22 with cervical stenosis participated in the study. Comparison of health-related quality of life showed statistically significant differences in pain and functional capacity dimensions. There were no statistically significant differences regarding anxiety and depression symptoms. The mean functional limitation was 53.2% (SD=11.9%) for the group with lumbar stenosis and 40.2% (SD=17.5%) for the group with cervical stenosis. Most participants expected great improvement of the symptoms after the surgical treatment. In the preoperative period, expectations of improvement are high and should be discussed with the health staff, since in clinical practice, this improvement is not always achieved with the surgical treatment.
Descriptors: Quality of life/ Spine/ Anxiety/ Depression.
 

Referências

1. North American Spine Society. Evidence-based clinical guidelines for multidisciplinary spine care: diagnosis and treatment of degenerative lumbar spinal stenosis [Internet]. Burr Ridge, IL: North American Spine Society; c2011 [acesso 2015 Out 06]. Disponível em: https://www.spine.org/Documents/ResearchClinicalCare/Guidelines/LumbarStenosis.pdf

2. Park MS, Moon SH, Kim TH, Oh JK, Lyu HD, Lee JH, Riew KD. Asymptomatic stenosis in the cervical and thoracic spines of patients with symptomatic lumbar stenosis. Global Spine J. 2015; 5(5):366-371.

3. Iizuka H, Takahashi K, Tanaka S, Kawamura K, Okano Y, Oda H. Predictive factors of cervical spondylotic myelopathy in patients with lumbar spinal stenosis. Arch Orthop Trauma Surg. 2012;132(5):607-11.

4. Lee SY, Kim TH, Oh JK, Lee SJ, Park MS. Lumbar stenosis: A recent update by review of literature. Asian Spine J 2015; 9(5):818-28.

5. Sirvanci M, Bhatia M, Ganiyusufoglu KA, Duran C, Tezer M, Ozturk C, et al. Degenerative lumbar spinal stenosis: correlation with oswestry disability índex and MR imaging. Eur Spine J. 2008 May; 17(5):679-85.

6. Brandt RA, Wajchenberg, M. Estenose do canal vertebral cervical e lombar. Einstein, 2008; 6(Supl 1):S29-32.

7. Falavigna A, Righesso Neto O, Teles AR. Avaliação clínica e funcional no pré-operatório de doenças degenerativas da coluna vertebral. Coluna. 2009 Jul- Set; 8(3):245-53.

8. North American Spine Society. Evidence-based clinical guidelines for multidisciplinary spine care: diagnosis and treatment of cervical radiculopathy from degenerative disorders [Internet]. Burr Ridge, IL: North American Spine Society; c2010 [acesso 2015 Out 06]. Disponível em: https://www.spine.org/Documents/ResearchClinicalCare/Guidelines/CervicalRadiculopathy.pdf

9. Lurie JD, Tosteson TD, Tosteson A, Abdu WA, Zhao W, Morgan TS, Weinstein JN. Long-term outcomes of lumbar spinal stenosis: eight-year results of the Spine Patient Outcomes Research Trial (SPORT). Spine (Phila Pa 1976) 2015 Jan;40(2):63-76.

10. Weinstein JN, Tosteson TD, Lurie JD, Tosteson AN, Blood E, Hanscom B, et al. Surgical versus Norsurgical therapy for lumbar spinal stenosis. N Engl J Med 2008 Feb; 358(8):794-810.

11. Luo X, Edwards CL, Richardson W, Hey L. Relationship of clinical, psychologic, and individual factors with the functional status of neck pain patients. Value Health. 2004 Jan-Feb; 7(1):61-9.

12. Pacola LM, Nepomuceno E, Dantas RAS, Costa HRT, Cunha DCPT, Herrero CFPS. Qualidade de vida relacionada saúde e expectativas de pacientes antes do tratamento cirúrgico da estenose lombar. Coluna. 2014 Jan-Mar; 13(1):35-8.

13. Lubelski D, Thompson NR, Bansal S, Mroz TE, Mazanec DJ, Benzel EC, et al. Depression as a predictor of worse quality of life outcomes following nonoperative treatment for lumbar stenosis. J Neurosurg Spine. 2015 Mar; 22(3):267-72.

14. Burström K, Johannesson M, Diderichsen F. Swedish population health-related quality of life results using the EQ-5D. Qual Life Res. 2001; 10(7):621-35.

15. Jansson K, Granath F. Health-related quality of life (EQ-5D) before and after orthopedic surgery. Acta Orthop. 2011 Feb; 82(1):82-9.

16. Fontal JAB, Granell JB, Olmo JG, Busquets RR, PPrats FP, Leal CV. Evaluation of health-related quality of life in patients candidate for spine and other musculoskeletal surgery. Eur Spine J. 2013 May; 22(5):1002-9.

17. Boakye M, Moore R, Kong M, Skirboll SL, Arrigo RT. Health-related quality-of-life status in Veterans with spinal disorders. Qual Life Res. 2013 Feb; 22(1):45-52.

18. Bechara AHS, Zuiani GR, Risso Neto MI, Cavali PTM, Veiga IG, Pasqualini W, et al. Evolução dos questionários oswetry 2.0 e do componente físico do SF-36 durante o primeiro ano de pós-operatório de artrodese da coluna lombar em doenças degenerativas. Coluna 2013; 12(2):128-32

19. Park YK, Moon HJ, Kwon TH, Kim JH. Long-term outcomes following anterior foraminotomy for oneor two-level cervical radiculopathy. Eur Spine J. 2013Jul;22(7):1489-96.

20. Mannion AF, Junge A, Elfering A, Dvorak J, Porchet F, Grob D. Great expectations: really the novel predictor of outcome after spinal surgery? Spine (Phila Pa 1976). 2009 Jul; 34(15):1590-9.

21. Mancuso CA, Cammisa FP, Sama AA, Hughes AP, Girardi FP. Development of an Expectations Survey for Patients Undergoing Cervical Spine Surgery. Spine (Phila Pa 1976). 2013 Apr 20; 38(9):718-25.

22. Gepstein R, Arinzon Z, Adunsky A, Folman Y. Decompression surgery for lumbar spinal stenosis in the elderly: preoperative expectations and postoperative satisfaction. Spinal Cord. 2006 Jul; 44(7):427-31.

23. Saban KL, Penckofer SM. Patient expectations of quality of life following lumbar spinal surgery. J Neurosci Nurs. 2007 Jun; 39(3):180-9.

24. Soroceanu A, Ching A, Abdu W, McGuire K. Relationship between preoperative expectations, satisfaction, and functional outcomes in patients undergoing lumbar and cervical spine surgery. Spine (Phila Pa 1976). 2012 Jan; 37(2):E103-8.

25. Lanzoni GMM, Higashi GDC, Koerich C, Erdmann AL, Baggio MA. Factors which influence the process of experiencing cardiac revascularization. Texto Contexto Enferm [Internet]. 2015 Mar [cited 2016 June 29]; 24(1):270-278. Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072015000100270

26. Ministério da Saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde, Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Resolução n. 466 de 12 de dezembro de 2012: diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Brasília (DF): MS; 2012.

27. Ware JE, Sherbourne CD. The MOS 36 items shortform health survery (SF-36) - I. Conceptual framework and item selection. Med Care. 1992 Jun; 30(6):473-83.

28. Ciconelli RM, Ferraz MB, Santos W, Meinão I, Quaresma, MR. Tradução para a língua portuguesa e validação do questionário genérico de avaliação de qualidade de vida SF-36 (Brasil SF-36). Rev Bras Reumatol. 1999 Mai-Jun; 39(3):143-50.

29. Zigmond AS, Snaith RP. The hospital anxiety and depression scale. Acta Psychiatr Scand. 1983 Jun; 67(6):361-70.

30. Botega NJ, Pondé MP, Medeiros P, Lima MG, Guerreiro CAM. Validação da escala hospitalar de ansiedade e depressão (HAD) em pacientes epilético ambulatoriais. J Bras Psiquiatr. 1998 Jun; 47(6):285-289.

31. Fairbank JC, Pynsent PB. The Oswestry Disability Index. Spine (Phila Pa 1976). 2000 Nov;25(22):2940-52.

32. Vigatto R, Alexandre NMC, Correa Filho HR. Development of a Brazilian portuguese version of the oswestry disability index: cross-cultural adaptation, reliability, and validity. Spine (Phila Pa 1976). 2007 Feb; 32(4):481-6.

33. Vernon H, Mior S. The neck disability index: A study of reliability and vality. J Manipulative Physiol Ther. 1991 Sep; 14(7):409-15.

34. Cook C, Richardson JK, Braga L, Menezes A, Soler X, Kume P, et al. Cross-Cultural adaptation and validation of the Brazilian Portuguese version of the neck disability index and neck pain and disability scale. Spine (Phila Pa 1976). 2006 Jun; 31(14):1621-7.

35. Demyttenaere K, Bruffaerts R, Lee S, Posada-Villa J, Kovess V, Angermeyer MC, et al. Mental disorders among persons with chronic back or neck pain: Results from the world mental health surveys. Pain. 2007 Jun; 129(3):332-42.

36. Cruz LN, Fleck MPA, Oliveira MR, Camey AS, Hoffmann JF, Bagattin AM, et al. Qualidade de vida relacionada à saúde no Brasil: dados normativos para o SF-36 em uma amostra da população geral do sul do Brasil. Ciênc Saúde Coletiva. 2013 Jul; 18(7):1911-21.

37. Mckillop AB, Carroll LJ, Batiié MC. Depression as a prognostic factor of lumbar spinal stenosis: a systematic review. Spine J. 2014 May; 14(5):837-46.

38. Cobo Soriano J, Revuelta MS, Fuente MF, Díaz IC, Ureña PM, Meneses RD. Predictors of outcome after decompressive lumbar surgery and instrumented posterolateral fusion. Eur Spine J. 2010 Nov; 19(11):1841-8.

39. Carr FA, Healy KM, Villavicencio AT, Nelson EL, Mason A, Burneikiene S, et al. Effect on clinical outcomes of patient pain expectancies and preoperative Mental Component Summary scores from the 36-Item Short Form Health Survey following anterior cervical discectomy and fusion. J Neurosurg Spine. 2011 Nov; 15(5):486-90.

Principio de p�gina 

Pie Doc

 

RECURSOS CUIDEN

 

RECURSOS CIBERINDEX

 

FUNDACION INDEX

 

GRUPOS DE INVESTIGACION

 

CUIDEN
CUIDEN citación

REHIC Revistas incluidas
Como incluir documentos
Glosario de documentos periódicos
Glosario de documentos no periódicos
Certificar producción
 

 

Hemeroteca Cantárida
El Rincón del Investigador
Otras BDB
Campus FINDEX
Florence
Pro-AKADEMIA
Instrúye-T

 

¿Quiénes somos?
RICO Red de Centros Colaboradores
Convenios
Casa de Mágina
MINERVA Jóvenes investigadores
Publicaciones
Consultoría

 

INVESCOM Salud Comunitaria
LIC Laboratorio de Investigación Cualitativa
OEBE Observatorio de Enfermería Basada en la Evidencia
GED Investigación bibliométrica y documental
Grupo Aurora Mas de Investigación en Cuidados e Historia
FORESTOMA Living Lab Enfermería en Estomaterapia
CIBERE Consejo Iberoamericano de Editores de Revistas de Enfermería