ENTRAR            

 


 

Texto & Contexto. ISSN:0104-0707 23591

 

 

 

ARTIGO ORIGINAL

 

Ir a Sumario

 

 

Full text - English version

 

 

Avaliação das parcerias intersetoriais em saúde mental na estratégia saúde da família

Agnes Olschowsky,1 Christine Wetzel,2 Jacob Fernando Schneider,3 Leandro Barbosa de Pinho,4 Marcio Wagner Camatta5
1
Doutora em Enfermagem. Professora Titular da Escola de Enfermagem e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. 2Doutora em Enfermagem Psiquiátrica. Professora Adjunto da Escola de Enfermagem da UFRGS. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. 3Doutor em Enfermagem. Professor Titular da Escola de Enfermagem e do PPGENF/UFRGS. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. 4Doutor em Enfermagem Psiquiátrica. Professor Adjunto da Escola de Enfermagem e do PPGENF/UFRGS. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. 5Doutor em Enfermagem. Professor Adjunto da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Recebido: 13 de junho 2012
Aprovado: 28 de fevereiro de 2013

Texto Contexto Enferm 23(3): 591-599
 

 

 

 

Cómo citar este documento

Olschowsky, Agnes; Wetzel, Christine; Fernando, Jacob Schneider; Pinho, Leandro Barbosa de; Camatta, Marcio Wagner. Avaliação das parcerias intersetoriais em saúde mental na estratégia saúde da família. Texto Contexto Enferm, jul-sep 2014, 23(3). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/2014/23591.php> Consultado el

 

Resumo

Este estudo objetivou avaliar as parcerias intersetoriais em saúde mental na Estratégia Saúde da Família. Estudo avaliativo, qualitativo, orientado pela Avaliação de Quarta Geração e aplicado em uma Estratégia Saúde da Família de um município do Estado do Rio Grande do Sul. Foram entrevistados 39 sujeitos (10 usuários, 10 familiares e 19 trabalhadores). Identificou-se que as parcerias intersetoriais são importantes na saúde mental por permitir o cuidado em liberdade às pessoas com sofrimento psíquico. Destacou-se, entre elas, a parceria com a associação dos moradores e a parceria entre a Estratégia Saúde da Família e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Apesar das dificuldades, considerou-se que a consolidação de projetos inclusivos, a partir de uma abordagem intersetorial, desponta como um novo caminho à construção de uma agenda em saúde, que seja atrelada às necessidades do território e orientada pelas premissas do Sistema Único de Saúde.
Palavras chave: Saúde mental/ Enfermagem/ Saúde da família.
 

Resumen
Evaluación de las asociaciones intersectoriales en salud mental en la estrategia salud de la familia

Se objetivó evaluar las asociaciones intersectoriales en salud mental en la Estrategia Salud de la Familia. Estudio evaluativo, cualitativo, orientado por el referencial de la Evaluación de Cuarta Generación. Fue aplicado en una Estrategia Salud de la Familia de una ciudad del Estado del Rio Grande do Sul. Fueron entrevistados 39 personas (10 usuarios, 10 familiares de usuarios y 19 trabajadores). Se identificó que las asociaciones intersectoriales son importantes en salud mental por ayudar en el cuidado en libertad de las personas con sufrimiento psíquico. Se tornó importante la participación de la asociación de los vecinos y también la asociación entre la Estrategia Salud de la Familia y la Universidad. Se destacó que la consolidación de proyectos inclusivos intersectoriales se desnuda como un nuevo camino hacia la construcción de una agenda vinculada a las necesidades del territorio y orientada por las premisas del Sistema Único de Salud.
Palabras clave: Salud mental/ Enfermería/ Salud de la familia.
 

Abstract
Evaluation of intersectoral partnerships for mental healthcare in the Brazilian family health strategy

 The aim of this study was to evaluate intersectoral partnerships for mental health in the Brazilian Family Health Strategy. This was an evaluative, qualitative study guided by the Fourth Generation Evaluation framework, developed in a Family Health Strategy unit in a municipality of the state of Rio Grande do Sul. A total of 39 subjects (10 patients, 10 family members and 19 employees) were interviewed. As observed, intersectoral partnerships for mental healthcare are important, as they allow for greater freedom of patients with psychological distress. Among these, the partnership with the resident association and between the Family Health Strategy and the Federal University of Rio Grande do Sul stand out. Despite the difficulties, the consolidation of inclusive projects through an intersectoral approach is emerging as a new way to construct a healthcare agenda that is linked to the needs of the territory, and driven by the premises of the Brazilian Unified Health System.
Key-words: Mental health/ Nursing/ Family health.
 

Referências

1.  Lima VBO, Branco Neto JRC. Reforma psiquiátrica e políticas públicas de saúde mental no Brasil: resgate da cidadania das pessoas portadoras de transtornos mentais. Direito & Política. 2011 Jul-Dez; 1(1):121-31.

2.  Ministério da Saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde. Relatório final da IV Conferência Nacional de Saúde Mental - Intersetorial. Brasília (DF): MS; 2010.

3.  Mielke FB, Cossetin A, Olschowsky A. O conselho local de saúde e a discussão das ações de saúde mental na Estratégia Saúde da Família. Texto Contexto Enferm. 2012 Abr-Jun; 21(2):387-94.

4.  Silveira MR. Saúde mental na atenção básica: um diálogo necessário [dissertação]. Belo Horizonte (MG): Universidade Federal de Minas Gerais, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem; 2009.

5.  Yasui S. A produção do cuidado no território: "há tanta vida lá fora". Textos de apoio do Ministério da Saúde [online]. 2011 [acesso 2012 Jun 30]. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cuidadosilvioyasui.pdf

6.  Lancetti A, Amarante P. Saúde mental e saúde coletiva. In: Campos GWS, organizador. Tratado de saúde coletiva. São Paulo (SP): Hucitec; 2006. p.615-34.

7.  Guba EG, Lincoln YS. Avaliação de quarta geração. Campinas (SP): UNICAMP; 2011.

8.  Kantorski LP, Wetzel C, Olschowsky A, Jardim VMR, Bielemann VLM, Schneider JF. Avaliação de quarta geração - contribuições metodológicas para avaliação de serviços de saúde mental. Interface - Comunic Saude Educ. 2009 Out-Dez; 13(31):343-55.

9.  Ministério da Saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Resolução n. 196 de 10 de outubro de 1996: diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos - versão 2012. Brasília (DF): MS; 2012.

10.  Cossetin A. Controle social na Estratégia Saúde da Família: avaliação participativa das ações em saúde mental [dissertação]. Porto Alegre (RS): Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem; 2010.

11.  Mielke FB, Olschowsky A. Ações de saúde mental na Estratégia Saúde da Família. Online Braz J Nurs [online]. 2008 [acesso 2012 Abr 16]; 7(2). Disponível em: http://www.objnursing.uff.br/index.php/nursing/article/view/j.1676-4285.2008.1529/355

12.  Feuerwerker LCM, Sena R. A construção de novos modelos acadêmicos, de atenção à saúde e de participação social. In: Ministério da Saúde, organizador. Projeto-piloto do VER-SUS Brasil. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2009. p.149-78.

13.  Macedo MCS, Romano RAT, Henriques RLM, Pinheiro R. Cenários de aprendizagem: interseção entre os mundos do trabalho e da formação. In: Pinheiro R, Ceccim RB, Mattos RA, organizadores. Ensinar saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação na área de saúde. Rio de Janeiro (RJ): IMS/UERJ; 2005. p.229-50.

14.  Pontes ALM, Silva Júnior AG, Pinheiro R. Ensino da saúde e a rede de cuidados nas experiências de ensino-aprendizagem. In: Pinheiro R, Ceccim RB, Mattos RA, organizadores. Ensinar saúde: a integralidade e o SUS nos cursos de graduação na área de saúde. Rio de Janeiro (RJ): IMS/UERJ; 2005. p.251-74.

15.  Butti G. Formação e desinstitucionalização em saúde mental. In: Amarante P, Cruz LB, organizadores. Saúde mental, formação e crítica. Rio de Janeiro (RJ): LAPS; 2008. p.51-63.

16.  Yasui S, Costa-Rosa A. A estratégia atenção psicossocial: desafio na prática dos novos dispositivos de saúde mental. Saúde Debate. 2008 Jan-Dez; 32(78/80):27-37.

17.  Pinho LB, Hernández AMB, Kantorski LP. Concepção de clientela: análise do discurso da benevolência no contexto da reforma psiquiátrica brasileira. Rev Bras Enferm. 2010 Mai-Jun; 63(3):377-84.

18.  Merhy EE. Em busca do tempo perdido: a micropolítica do trabalho vivo em saúde. In: Merhy EE, Onocko R, organizadores. Agir em saúde: um desafio para o público. São Paulo (SP): Hucitec; 2006. p.71-112.

19.  Pinho LB. Análise crítico-discursiva da prática de trabalhadores de saúde mental no contexto social da reforma psiquiátrica [tese]. Ribeirão Preto (SP): Universidade de São Paulo. Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Psiquiátrica; 2009.

20.  Silva CMC, Teixeira ER, Sabóia VM, Valente GSC. Visita domiciliar na atenção à saúde mental. Cienc Enferm. 2011 Dez; 17(3):125-36.

Principio de p�gina 

Pie Doc

 

RECURSOS CUIDEN

 

RECURSOS CIBERINDEX

 

FUNDACION INDEX

 

GRUPOS DE INVESTIGACION

 

CUIDEN
CUIDEN citación

REHIC Revistas incluidas
Como incluir documentos
Glosario de documentos periódicos
Glosario de documentos no periódicos
Certificar producción
 

 

Hemeroteca Cantárida
El Rincón del Investigador
Otras BDB
Campus FINDEX
Florence
Pro-AKADEMIA
Instrúye-T

 

¿Quiénes somos?
RICO Red de Centros Colaboradores
Convenios
Casa de Mágina
MINERVA Jóvenes investigadores
Publicaciones
Consultoría

 

INVESCOM Salud Comunitaria
LIC Laboratorio de Investigación Cualitativa
OEBE Observatorio de Enfermería Basada en la Evidencia
GED Investigación bibliométrica y documental
Grupo Aurora Mas de Investigación en Cuidados e Historia
FORESTOMA Living Lab Enfermería en Estomaterapia
CIBERE Consejo Iberoamericano de Editores de Revistas de Enfermería