ENTRAR            

 


 

Texto & Contexto. ISSN:0104-0707

 

 

 

ARTIGO ORIGINAL

 

Ir a Sumario

 

 

Full text - English version

 

 

A morte e o morrer no processo de formação de enfermeiros sob a ótica de docentes de enfermagem

Danieli Bandeira,1 Silvana Bastos Cogo,2 Leila Mariza Hildebrandt,3 Marcio Rossato Badke4
1Enfermeira. Residente do Programa de Residência Multiprofissional Integrada em Sistema Público de Saúde do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Rio Grande do Sul, Brasil. 2Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Professora Assistente do Departamento de Ciências da Saúde do Centro de Educação Superior Norte do Rio Grade do Sul (CESNORS) da UFSM. Rio Grande do Sul, Brasil. 3Mestre em Enfermagem Psiquiátrica. Professora Assistente do CESNORS/UFSM. Rio Grande do Sul, Brasil. 4Mestre em Enfermagem. Professor Assistente do CESNORS/UFSM. Rio Grande do Sul, Brasil

Recebido: 18 de Março de 2013
Aprovado: 14 de Fevereiro de 2014

Texto Contexto Enferm 23(2): 400-407

 

 

 

Cómo citar este documento

Bandeira, Danieli; Cogo, Silvana Bastos; Hildebrandt, Leila Mariza; Badke, Marcio Rossato. A morte e o morrer no processo de formação de enfermeiros sob a ótica de docentes de enfermagem. Texto Contexto Enferm, abr-jun 2014, 23(2). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/2014/23220.php> Consultado el

 

Resumo

Nesta pesquisa, delineada como qualitativa e descritiva, objetivou-se conhecer como os docentes de um curso de enfermagem abordam a morte e o morrer na academia e quais as implicações no processo de formação. Dez professores de um curso de graduação em enfermagem, intencionalmente selecionados, foram submetidos à entrevista semiestruturada, gravada. A análise temática dos dados permitiu constatar que a presença do fato provoca insegurança nos entrevistados e retrata a deficiência de preparo na graduação, o que pode indicar certa dificuldade ao se trabalhar com a temática. Apesar disso, os entrevistados evidenciaram a importância do trabalho acerca do processo de morte e morrer. É imprescindível o entendimento da academia, como agente transformadora de sujeitos reflexivos e promotora de condições para que o acadêmico vivencie as experiências envolvidas na assistência, diante da terminalidade.
Palavras chave: Enfermagem/ Morte/ Docentes de enfermagem/ Cuidados de enfermagem.


Abstract
Death and dying in the formation process of nurses from the perspective of nursing professors

This qualitative and descriptive study aimed to identify how nursing course professors approach death and dying in the university and what the implications are on the formation process. Ten professors of the undergraduate nursing course were intentionally selected and underwent semi-structured interviews, which were recorded. The thematic analysis of the data revealed that the presence of the fact caused insecurity in the interviewees and portrayed the lack of preparation in the undergraduate course, which could indicate a certain difficulty working with this theme. Furthermore, the interviewees highlighted the importance of working with death and dying. It is essential to understand the university to be a transforming agent of reflective subjects and a promoter of conditions for the student to experience the aspects involved in the care when faced with death.
Key-words: Nursing/ Death/ Faculty, nursing/ Nursing care.


Resumen
Muerte y morir en el proceso de formación de enfermeros desde la perspectiva de docentes de enfermería

los docentes de enfermería abordan a la muerte y el morir en la academia y cuáles son las implicaciones en el proceso de formación. Diez profesores de graduación en enfermería fueron seleccionamos intencionalmente y respondieron las entrevistas semi-estructuradas, grabadas. El análisis temático de los datos reveló que la presencia con la muerte provoca inseguridad y retrata la deficiencia en la formación, lo que puede indicar una cierta dificultad en trabajar con el tema. Sin embargo, el análisis permitió constatar la importancia del trabajo en el proceso de muerte y morir. Es importante, que comprendamos la academia como un agente transformador y promotor de sujetos analíticos y de condiciones para que el estudiante vivencie experiencias asistenciales frente a la etapa terminal.
Palabras clave: Enfermería/ Muerte/ Docentes de enfermería/ Cuidados de enfermería.
 

Referências

1. Santos FS, organizador. A arte de morrer: visões plurais. São Paulo (SP): Comenius; 2009.

2. Kovács MJ. Educação para a morte: desafio na formação de profissionais de saúde e educação. São Paulo (SP): Casa do Psicólogo; 2003.

3. Santos MA, Hormanez M. Atitude frente à morte em profissionais e estudantes de enfermagem: revisão da produção científica na última década. Ciência Saúde Coletiva. 2013; 18(9):2757-68.

4. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12ª ed. São Paulo (SP): Hucitec; 2010.

5. Ministério da Saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde, Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Resolução n. 196 de 10 de outubro de 1996: diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Brasília (DF): MS; 1996.

6. Sousa DMS, Soares EO, Costa KMS, Pacífico ALC, Parente ACM. A vivência da enfermeira no processo de morte e morrer dos pacientes oncológicos. Texto Contexto Enferm. 2009 Jan-Mar; 18(1):41-7.

7. Sadala MLA, Silva FM. Cuidando de pacientes em fase terminal: a perspectiva de alunos de enfermagem. Rev Esc Enferm USP. 2009; 43(2):287-94.

8. Bifulco VA, Iochida LC. A formação na graduação dos profissionais de saúde e a educação para os cuidados de pacientes fora de recursos terapêuticos de cura. Rev Bras Educ Med. 2009; 33(1):92-100.

9. Pinho LMO, Barbosa MA. A relação docenteacadêmico no enfrentamento do morrer. Rev Esc Enferm USP. 2010; 44(1):107-12.

10. Lima MGR, Nietsche EA, Teixeira JA. Reflexos da formação acadêmica na percepção do morrer e da morte por enfermeiros. Rev Eletr Enf. 2012. Jan-Mar; 14(1):181-8.

11. Cantídio FS, Vieira MA, Sena RR. Significado da morte e de morrer para os alunos de enfermagem. Invest Educ Enferm. 2011; 29(3):407-18.

12. Takahashi CB, Contrin LM, Beccaria LM, Goudinho MV, Pereira RAM. Morte: percepção e sentimentos de acadêmicos de enfermagem. Arq Ciênc Saúde. 2008. Jul-Set; 15(3):132-8.

13. Santos JL, Bueno SMV. Educação para a morte a docentes e discentes de enfermagem: revisão documental da literatura científica. Rev Esc Enferm USP. 2011; 45(1):272-6.

14. Cabrera MM, Gutiérrez MZ, Escobar JMM. Actitud del professional de enfermeria ante la muerte de pacientes. Cienc Enferm. 2009; 30(2):289-96.

15. Sulzbacher M, Reck AV, Stumm EMF, Hildebrandt LM. O enfermeiro em Unidade de Tratamento Intensivo vivenciando o enfrentando situações de morte e morrer. Sci Med. 2009; 19(1):11-6.

16. Oliveira WIA, Amorim RC. A morte e o morrer no processo de formação do enfermeiro. Rev Gaúcha Enferm. 2008. Jun; 29(2):191-8.

17. Kovács MJ. Desenvolvimento da tanatologia: estudos sobre a morte e o morrer. Paidéia. 2008; 18(41):457-68.

18. Lima MGR, Nietsche EA, Santos SC, Teixeira JA, Bottega JC, Nicola GDO, et al. Revisão integrativa: um retrato da morte e suas implicações no ensino acadêmico. Rev Gaúcha Enferm. 2012; 33(3):190-97.

19. Combinato DS, Queiroz MS. Um estudo sobre a morte: uma análise a partir do método explicativo de Vigotski. Ciência Saúde Coletiva. 2011; 16(9):3893-900.

Principio de p�gina 

Pie Doc

 

RECURSOS CUIDEN

 

RECURSOS CIBERINDEX

 

FUNDACION INDEX

 

GRUPOS DE INVESTIGACION

 

CUIDEN
CUIDEN citación

REHIC Revistas incluidas
Como incluir documentos
Glosario de documentos periódicos
Glosario de documentos no periódicos
Certificar producción
 

 

Hemeroteca Cantárida
El Rincón del Investigador
Otras BDB
Campus FINDEX
Florence
Pro-AKADEMIA
Instrúye-T

 

¿Quiénes somos?
RICO Red de Centros Colaboradores
Convenios
Casa de Mágina
MINERVA Jóvenes investigadores
Publicaciones
Consultoría

 

INVESCOM Salud Comunitaria
LIC Laboratorio de Investigación Cualitativa
OEBE Observatorio de Enfermería Basada en la Evidencia
GED Investigación bibliométrica y documental
Grupo Aurora Mas de Investigación en Cuidados e Historia
FORESTOMA Living Lab Enfermería en Estomaterapia
CIBERE Consejo Iberoamericano de Editores de Revistas de Enfermería