ENTRAR            

 


 

Texto & Contexto. ISSN:0104-0707

 

 

 

ARTIGOS ORIGINAIS - PESQUISA

 

Ir a Sumario

 

 

Full text - English version

 

 

Representações sociais de mulheres em idade reprodutiva sobre lesões precursoras do câncer cervicouterino*

Maria Cristina de Melo Pessanha Carvalho,1 Ana Beatriz Azevedo Queiroz,2 Márcia de Assunção Ferreira3
1
Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da EEAN/UFRJ. Enfermeira do Hospital Federal de Ipanema e Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: mcrismelo4@hotmail.com 2Doutora em Enfermagem. Professora Adjunto do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da EEAN/UFRJ. Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: anabqueiroz@oi.com.br 3Doutora em Enfermagem. Professora Titular do Departamento de Enfermagem Fundamental da EEAN/UFRJ. Pesquisadora 1D CNPq. Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: marciadeaf@ibest.com.br

Recebido em 10 de maio de 2012
Aprovação final em 8 de junho de 2013

Texto Contexto Enferm 22(4): 943-951
*Artigo elaborado a partir da dissertação - Representações sociais de mulheres portadoras de lesões precursoras do câncer cervicouterino: um novo olhar pela enfermagem ginecológica, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery (EEAN) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 2009

 

 

 

Cómo citar este documento

Carvalho, Maria Cristina de Melo Pessanha; Queiroz, Ana Beatriz Azevedo; Ferreira, Márcia de Assunção. Representações sociais de mulheres em idade reprodutiva sobre lesões precursoras do câncer cervicouterino. Texto Contexto Enferm, oct-dic 2013, 22(4). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/2013/22-943.php> Consultado el

 

Resumo

Objetivou-se identificar as representações sociais de mulheres em idade reprodutiva acerca das lesões precursoras do câncer cervicouterino e analisar suas repercussões frente ao seu tratamento e prevenção. Pesquisa qualitativa, com base na Teoria das Representações Sociais, realizada em um hospital público do município do Rio de Janeiro, com 30 mulheres em idade fértil, no ano de 2009. Os dados foram coletados mediante entrevista semiestruturada. Aplicou-se análise lexical através do software Alceste 2010, organizando-se os resultados em cinco classes temáticas: doença que vem do sexo: do homem/companheiro; cura: cuidado médico e tratamento convencional; doença que vem da rua; necessidade de mudanças de hábitos de vida; e o desespero da descoberta das lesões. Concluiu-se que as representações sociais das mulheres com alterações cervicais aludem a interações acerca da vivência da sexualidade, repercutindo no uso social de seu corpo, com implicações para a vida conjugal.
Palavras chave: Enfermagem oncológica/ Saúde da mulher/ Neoplasia intraepitelial cervical.
 

Abstract
The social representations of women of reproductive age on cervical cancer precursor lesions

The aim was to identify the social representations of women of reproductive age regarding cervical cancer precursor lesions and analyze their consequences in relation to treating and preventing them. It is qualitative research, based in the Theory of Social Representations, and was undertaken in 2009 in a public hospital in the city of Rio de Janeiro, with 30 women of reproductive age. The data was collected through semi-structured interviews. Lexical analysis was applied using the Alceste 2010 software, the results being organized into five thematic classes: disease coming from sex: from the man/partner; cure: medical care and conventional treatment; disease which comes from the street; need for changes in living habits; and the despair of the discovery of the lesions. It is concluded that the social representations of the women with cervical changes refer to interactions relating to the experiencing of sexuality, impacting the social use of their bodies, with implications for their married lives.
Key-words: Oncologic nursing/ Woman health/ Cervical intraepithelial neoplasia.
 

Resumen
Representaciones sociales de mujeres en edad reproductiva sobre lesiones precursoras del cáncer cervical uterino

Se objetivo identificar las representaciones sociales de mujeres en edad reproductiva acerca de las lesiones precursoras del cáncer cervical uterino y analizar sus repercusiones frente a su tratamiento y prevención. Investigación cualitativa, basada en la Teoría de las Representaciones Sociales, realizada en un hospital público de La ciudad de Rio de Janeiro, con 30 mujeres en edad reproductiva, en el año de 2009. Los datos ha sido recolectados mediante entrevista semi-estructurada. Se aplicó análisis lexical a través del software Alceste 2010, se organizando los resultados en cinco clases temáticas: enfermedad que viene del sexo: del hombre/compañero; cura: atención médica y tratamiento convencional; enfermedad que viene de la calle; necesidad de cambios de hábitos de vida; y desespero de la descubierta de las lesiones. Se concluyó que las representaciones sociales de las mujeres con alteraciones cervicales aluden a las interacciones acerca de la vivencia de la sexualidad, repercutiendo en el uso social de su cuerpo con implicaciones para la vida conyugal.
Palabras clave: Enfermería oncológica/ Salud de la mujer/ Neoplasia intraepitelial del cuello uterino.
 

Referências

1. Ministério da Saúde (BR). Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2012. Incidência de Câncer no Brasil [Internet]. Rio de Janeiro; 2012: [acesso 2012 Fev 12]. Disponível em: http://www.inca.gov.br/estimativa/2010/index.asp?link=conteudo_view.asp&ID=5

2. Bosch FX, You-Lin Q, Castellsagué X. The epidemioly of human papilomavirus infection and its association with cervical cancer. Int J Gynecol and Obstetrics. 2006; 94 (supp. 1):8-21.

3. Kenny S, Camargo BV, Bertoldo RB. Percepção da imagem corporal e representações sociais do corpo. Psic.: Teor. Pesq. 2009 Abr-Jun; 25(2):229-36.

4. Trindade WR, Ferreira MA. Sexualidade feminina: questões do cotidiano das mulheres. Texto Contexto Enferm. 2008 Jul-Set; 17(3):417-26.

5. Cruz LMB, Loureiro RP. A comunicação na abordagem preventiva do câncer do colo do útero: importância das influências histórico-culturais e da sexualidade feminina na adesão às campanhas. Saúde Soc. 2008; 17(2):120-31.

6. Coelho MS, Silva DMGV, Padilha MIS. Representações sociais do pé diabético para pessoas com Diabetes Mellitus tipo 2. Rev Esc Enferm USP. 2009 Mar; 43(1):65-71.

7. Moscovici S. A psicanálise, sua imagem e seu público. Petrópolis (RJ): Vozes; 2012.

8. Rey FLG. As representações sociais como produção subjetiva: seu impacto na hipertensão e no câncer. Psicologia: Teoria Prática. 2006; 8(2):69-85.

9. Viana N. Senso comum, representações sociais e representações cotidianas. Bauru, São Paulo (SP): Edusc; 2008.

10. Lima LC. Programa Alceste, primeira lição: a perspectiva pragmatista e o método estatístico. Rev Edu. Pública. 2008 Jan-Abr; 17(33): 83-97.

11. Azevedo LT. Uma análise das relações de gênero na obra a hora da estrela de Clarice Linspector. Rev Letra Magna. 2008 Jan-Jun; 4(8):1-12.

12. Galvão EF. Gênero e saúde; representações e práticas na luta pela saúde da mulher. In: Anais Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder, 2008 Ago 25-28; Florianópolis-Brasil. Santa Catarina: Políticas de mulheres e políticas de gênero; 2008. ST 57.

13. Spink MJ. Psicologia social e saúde: práticas, saberes e sentidos. Petrópolis (RJ): Vozes; 2007.

14. Trindade, ZA, Santos MFS, Almeida AMO. Ancoragem: notas sobre consensos e dissensos. In: Almeida AMO, Santos MFS, Trindade ZA, organizadoras. Teoria das Representações Sociais 50 anos. Brasília (DF): Technopolitik; 2011. p. 101-21.

15. Joffe H. "Eu não, o meu grupo não": representações sociais transculturais da aids. In: Guareschi P, Jovchelovitch S, organizadores. Textos em representações sociais. Petrópolis (RJ): Vozes; 2011. p. 297-322.

16. Bastos, LAM. Corpo e subjetividade na medicina: impasses e paradoxos. Rio de Janeiro (RJ): Editora UFRJ; 2006.

17. Veronese MV, Guareschi PA, organizadores. Psicologia do cotidiano: representações sociais em ação. Petrópolis (RJ): Vozes; 2007.

18. Ferreira MA, Alvim, NAT, Teixeira MLO, Veloso RC. Saberes de adolescentes: estilo de vida e cuidado à saúde. Texto Contexto Enferm. 2007 Abr-Jun; 16(2):217-24.

19. Costa T, Stotz EM, Grynszpan D, Souza, MCB. Naturalização e medicalização do corpo feminino: o controle social por meio da reprodução. Interface - Comunic Saúde Educ. 2006 Jul-Dez; 20(20):363-80.

20. Siqueira KM, Barbosa MA, Brasil VV, Oliveira LMC, Andraus LMS. Crenças populares referentes à saúde: apropriação de saberes sócio-culturais. Texto Contexto Enferm. 2006 Jan-Mar; 15(1):68-73.

21. Queiroz ABA, Arruda A. Refletindo sobre a saúde reprodutiva e a situação de infertilidade. Cad Saúde Coletiva. 2006; 14(1):163-78.

22. Ferreira MA. Educação e saúde na adolescência: grupos de discussão como estratégia de pesquisa e cuidado-educação. Texto Contexto Enferm. 2006 Abr-Jun;15(2):205-11.

23. Silva LM, Silva AO, Tura LFR, Moreira PMAS, Rodrigues RAP. Representações sociais sobre qualidade de vida para idosos. Rev Gaúcha Enferm. 2012 Mar; 33(1):109-15.

24. Arzuaga-Salazar MA, Souza ML, Martins HEL, Locks MTR, Monticelli M, Peixoto HG. Câncer de colo do útero: mortalidade em Santa Catarina - Brasil, 2000 a 2009. Texto Contexto Enferm. 2011 Jul-Set; 20(3):341-6.

25. Pombo-de-Barros CF, Arruda AMS. Afetos e representações sociais: contribuições de um diálogo transdisciplinar. Psic Teor Pesq. 2010 Abr-Jun; 26(2):351-60.

Principio de p�gina 

Pie Doc

 

RECURSOS CUIDEN

 

RECURSOS CIBERINDEX

 

FUNDACION INDEX

 

GRUPOS DE INVESTIGACION

 

CUIDEN
CUIDEN citación

REHIC Revistas incluidas
Como incluir documentos
Glosario de documentos periódicos
Glosario de documentos no periódicos
Certificar producción
 

 

Hemeroteca Cantárida
El Rincón del Investigador
Otras BDB
Campus FINDEX
Florence
Pro-AKADEMIA
Instrúye-T

 

¿Quiénes somos?
RICO Red de Centros Colaboradores
Convenios
Casa de Mágina
MINERVA Jóvenes investigadores
Publicaciones
Consultoría

 

INVESCOM Salud Comunitaria
LIC Laboratorio de Investigación Cualitativa
OEBE Observatorio de Enfermería Basada en la Evidencia
GED Investigación bibliométrica y documental
Grupo Aurora Mas de Investigación en Cuidados e Historia
FORESTOMA Living Lab Enfermería en Estomaterapia
CIBERE Consejo Iberoamericano de Editores de Revistas de Enfermería