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Texto & Contexto. ISSN:0104-0707

 

 

 

ARTIGOS ORIGINAIS - PESQUISA

 

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A prática obstétrica da enfermeira no parto institucionalizado: uma possibilidade de conhecimento emancipatório*

Maysa Luduvice Gomes,1 Maria Aparecida Vasconcelos Moura,2 Ivis Emília de Oliveira Souza3
1
Doutora em Enfermagem. Professora Assistente do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: maysa.luduvice@gmail.com 2Doutora em Enfermagem. Professora Associado III do Departamento de Enfermagem-Materno Infantil da EEAN/UFRJ. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: maparecidavas@yahoo.com.br 3Doutora em Enfermagem. Professora Titular do Departamento de Enfermagem-Materno Infantil da EEAN/UFRJ. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: ivis@uol.com.br

Recebido em 13 de junho de 2012
Aprovação final em 01 de novembro de 2012

Texto Contexto Enferm 22(3): 763-771
*Artigo extraído da tese - A prática obstétrica da enfermeira no parto institucionalizado: uma possibilidade de conhecimento emancipatório, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery (EEAN) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 2011

 

 

 

Cómo citar este documento

Gomes, Maysa Luduvice; Moura, Maria Aparecida Vasconcelos; Souza, Ivis Emília de Oliveira. A prática obstétrica da enfermeira no parto institucionalizado: uma possibilidade de conhecimento emancipatório. Texto Contexto Enferm, jul-sep 2013, 22(3). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/2013/22-763.php> Consultado el

 

Resumo

Pesquisa qualitativa, que objetivou analisar os sentidos atribuídos pelas enfermeiras às mudanças de sua prática obstétrica, utilizando o método produção de sentidos no cotidiano - práticas discursivas, proposto por Mary Spink. Dados coletados por entrevista individual, semiestruturada, com 16 enfermeiras obstétricas, em maternidades públicas - Rio de Janeiro, Brasil. Foram analisadas com os conceitos de travessia de fronteiras e constelações de poder de Boaventura Santos. Os sentidos atribuídos pelas enfermeiras às práticas obstétricas evidenciaram uma transformação em processo no âmbito do conhecimento obstétrico e das práticas na perspectiva da desmedicalização. Fronteira, lugar de transição paradigmática de novas práticas surge em relações emancipatórias com as mulheres. Concluímos que experimentar novas práticas envolve superação dos limites conhecidos para encontrar autonomia, configurando-se um conhecimento e prática com possibilidades emancipatórias. Travessias, nessa direção, se dão pela ousadia de buscar e experimentar o novo, transgredir o limite e aproveitar os espaços abertos na constelação de poderes.
Palavras chave: Saúde da mulher/ Enfermagem obstétrica/ Humanização do parto.
 

Abstract
Obstetrical practice by nurses in instiutional childbirth: a possibility for emancipatory knowledge

This was a qualitative research project with the objective to analyze the meanings attributed by nurses to changes in their obstetrical practice, using the method "production of meanings in the everyday - discursive practices," as proposed by Mary Spink. Data was collected through semi-structured, individual interviews with 16 obstetrical nurses in public maternity wards in Rio de Janeiro, Brazil. The interviews were analyzed with the concepts "crossing boundaries" and "constellations of power," by Boaventura Santos. The meanings attributed by the nurses to the obstetrical practices verified a transformation process in the field of obstetrical knowledge, and practices in the perspective of demedicalization. The frontier, as a place of paradigmatic transition to new practices, emerges in emancipatory relationships with the women users of the service. We conclude that experimentation with new practices involves overcoming known limits to find autonomy, configuring a knowledge and practice with emancipatory possibilities. In this direction, crossings come from the boldness to seek and experiment the new, transgress the limit, and make use of open spaces in the constellation of powers.
Key-words: Women's health/ Obstetrical nursing/ Humanizing delivery.
 

Resumen
La práctica obstétrica de la enfermera en el parto institucionalizado: una posibilidad de conocimiento emancipatorio

Investigación cualitativa tuvo como objetivo analizar los sentidos atribuidos por las enfermeras en los cambios de su práctica obstétrica utilizando el método de producción de sentidos diariamente, propuesto por Mary Spink. Los datos fueron recolectados por medio de entrevista individual, semi-estructurada, a 16 enfermeras obstétricas en maternidades públicas - Rio de Janeiro, Brasil. Se analizaron los conceptos de trayecto de fronteras y constelaciones de poder de Boaventura Santos. Los sentidos atribuidos a las prácticas obstétricas evidenciaron una transformación en proceso del conocimiento obstétrico y sus prácticas en la perspectiva de la desmedicalización. La frontera, lugar de transición paradigmática de nuevas prácticas, donde surgen las relaciones emancipadoras con las mujeres. Concluimos que las nuevas prácticas involucran la superación de límites conocidos para encontrar autonomía. Las trayectorias ocurren por la audacia de buscar y experimentar lo nuevo, de transgredir el límite, y aprovechar los espacios abiertos en la constelación de poder.
Palabras clave: Salud de la mujer/ Enfermería obstétrica/ Humanización del parto.

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