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Texto & Contexto. ISSN:0104-0707

 

 

 

REVISÃO DE LITERATURA

 

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Descolonização de portadores de Staphylococcus aureus: indicações, vantagens e limitações

Adriana Cristina de Oliveira,1 Adriana Oliveira de Paula2
1
Doutora em Enfermagem. Professora Adjunto do Departamento de Enfermagem Básica da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Minas Gerais, Brasil. E-mail: adrianacoliveira@gmail.com 2Mestranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Enfermagem da UFMG. Minas Gerais, Brasil. E-mail: bhdedis@yahoo.com.br

Texto Contexto Enferm 21(2): 448-457

 

 

 

Cómo citar este documento

Oliveira, Adriana Cristina de; Paula, Adriana Oliveira de. Descolonização de portadores de Staphylococcus aureus: indicações, vantagens e limitações. Texto Contexto Enferm, abr-jun 2012, 21(2). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/2012/21-448.php> Consultado el

 

Resumo

O objetivo deste artigo foi estabelecer as principais indicações, vantagens e limitações da descolonização de pacientes portadores de Staphylococcus aureus. Procedeu-se a uma revisão integrativa da literatura, com busca de artigos nas bases de dados LILACS, MEDLINE, Science Direct, SCOPUS e Isi Web of Knowledge, e em publicações a partir de 1999. As principais indicações encontradas foram direcionadas aos pacientes considerados de alto risco (admitidos em UTI, submetidos à cirurgia, com longa permanência, etc.). As vantagens fundamentaram-se na erradicação do microrganismo, redução da taxas de infecção e na disseminação destes. As controvérsias se deram pela possibilidade do aumento da resistência bacteriana e pela falta de evidências científicas sobre a eficácia da eliminação do microrganismo colonizante e da redução da taxa de infecção. Observou-se que a descolonização não deve ser indicada como rotina, mas, sim, deve ser recomendada apenas para pacientes de risco e durante surtos.
Palavras chave: Controle de infecções/ Staphylococcus aureus resistente à meticilina/ Infecção hospitalar/ Farmacorresistência bacteriana.
 

Abstract
Decolonization of Staphylococcus aureus carriers: indications, advantages and limitations

The objective of this article was to establish the main indications, advantages and limitations of the decolonization of patients with Staphylococcus aureus. An integrative literature review was performed on the LILACS, MEDLINE, Science Direct, SCOPUS and Isi Web of Knowledge databases for articles published after 1999. The main indications for decolonization pertained to high-risk patients (admitted to the ICU, post-operative, long stay, etcetera). The advantages were based on the eradication of the microorganism, reducing infection rates and the spread of the microorganism. The observed controversies were due to the possibility of increasing bacterial resistance and lack of scientific evidence regarding the effectiveness of the eradication of the colonizing microorganism, as well as reducing infection rates. Thus, it was observed that decolonization should not be indicated routinely; rather, it should only be recommended for patients at risk and during outbreaks.
Key-words: Infection control/ Methicillin-resistant Staphylococcus aureus/ Cross infection/ Bacterial drug resistance.
 

Resumen
Descolonización de portadores de Staphylococcus aureus: indicaciones, ventajas y limitaciones

El objetivo fue establecer las principales indicaciones, ventajas y limitaciones de la descolonización de los pacientes infectados por Staphylococcus aureus. Se realizó una revisión integrativa de literatura, buscando artículos, publicados a partir de 1999, en las bases de datos LILACS, MEDLINE, Science Direct, SCOPUS y el ISI Web of Knowledge. Las principales indicaciones fueron dirigidas a los pacientes de alto riesgo (ingresados en la UCI, sometidos a cirugía, con una estancia de larga duración, etc), los beneficios se fundamentaron en la erradicación y reducción de la propagación de microrganismos y la reducción de las tasas de infección. Las controversias observadas fueron debido a la posibilidad de aumentar la resistencia bacteriana y la falta de evidencia científica sobre la eficacia de la eliminación de los microorganismos colonizadores, así como la reducción de la tasa de infección. Se observa que la descolonización no debe ser administrada de manera rutinaria ya que sólo debe ser recomendada para los pacientes en riesgo y durante los brotes específicos.
Palabras clave: Control de infecciones/ Staphylococcus aureus resistente a meticilina/ Infección hospitalaria/ Farmacorresistencia bacteriana.

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