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Texto & Contexto. ISSN:0104-0707

 

 

 

ARTIGOS ORIGINAIS - PESQUISA

 

 

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Adaptación del modelo español de gestión en trasplante para la mejora en la negativa familiar y mantenimiento del donante potencial

Neide da Silva Knihs,1 Janine Schirmer,2 Bartira de Aguiar Roza3
1
Doutoranda em Enfermagem pela Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Professora da Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí. Santa Catarina, Brasil. E-mail: neide@unidavi.edu.br. 2Doutora em Enfermagem. Professora Titular da Escola Paulista de Enfermagem da UNIFESP. São Paulo, Brasil. E-mail: schirmer.janine@unifesp.br. 3Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta da Escola Paulista de Enfermagem da UNIFESP. São Paulo, Brasil. E-mail: bartira.roza@unifesp.br

Texto Contexto Enferm 20(Esp): 59-65

 

 

 

Cómo citar este documento

Knihs, Neide da Silva; Schirmer, Janine; Roza, Bartira de Aguiar. Adaptación del modelo español de gestión en trasplante para la mejora en la negativa familiar y mantenimiento del donante potencial. Texto Contexto Enferm, 2011, 20(Esp). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/2011/20s-059.php> Consultado el

 

Resumen

El propósito del estudio fue comparar los datos relacionados a la formación y perfil de los coordinadores de trasplante de Brasil y España para evaluar oportunidades de mejoría en la negativa familiar y el mantenimiento del donante en nuestro país. Una minuciosa evaluación fue realizada, comparando los datos de formación del coordinador de trasplante, perfil del coordinador de trasplante y de la metodología de trasplante de cada país. En Brasil el promedio de horas de capacitación recibida antes de empezar a trabajar con trasplantes es de ocho horas, en España de 42 horas. En Brasil 22,9% de los coordinadores de trasplante son médicos y en España 95% son médicos. El tiempo que actúa el coordinador de trasplantes en Brasil es de nueve meses y 22 días y en España 60 meses. El Modelo de Gestión de la Organización Nacional de Trasplante, puede ser adaptado en Brasil, como una forma de mejoría en la formación del coordinador de trasplante y de cambiar las tasas por negativa familiar y por pérdidas de mantenimiento.
Palabras clave: Donación de órganos/ Trasplante/ Habilitación profesional/ Enfermería.
 

Abstract
Adapting the Spanish transplant management model to reduce family rejection and maintain the potential donor

The purpose of this study was to compare data related to professional education and profiles of transplant coordinators in Brazil and Spain in order to evaluate opportunities for improvement, due to family rejection and maintaining the potential donor within the country. A detailed evaluation was carried out which compares the formal education data of the transplant coordinator, the coordinator's profile, and the transplant methodology of each country. In Brazil, there is an average of eight hours in training prior to beginning work with transplants, whereas in Spain, 42 hours are necessary. In Brazil 22.9 % of transplant coordinators are physicians, while in Spain 95% are physicians. The average length of time that the transplant coordinator has worked in Brazil was nine months and twenty-two days, while in Spain it was sixty months. The National Transplant Organization Management Model (El Modelo de Gestión de la Organizacion Nacional) may be adapted in Brazil as a way to improve transplant coordinator education and family rejection and maintenance losses.
Key-words: Organ donation/ Transplantation/ Credentialing/ Nursing.
 

Resumo
Adaptação do modelo espanhol de gestão em transplantes para a melhora da negativa familiar e manutenção do potencial doador

O propósito do estudo foi comparar os dados relacionados à formação e perfil dos coordenadores de transplantes do Brasil e Espanha para avaliar oportunidades de melhorias em relação à recusa familiar e manutenção do potencial doador. Uma minuciosa avaliação foi realizada, comparando os dados de formação do coordenador de transplante, perfil do coordenador de transplantes e da metodologia de transplante em cada país. No Brasil, a média de horas de capacitação recebida antes de começar a trabalhar foi de oito horas e na Espanha foi de 42 horas. No Brasil, 22,9% dos coordenadores de transplante são médicos, na Espanha 95% são médicos. O tempo que atua o coordenador de transplante no Brasil foi nove meses e 22 dias, na Espanha, 60 meses. O Modelo de Gestão da Organização Nacional de Transplante pode ser adaptado no Brasil como forma de melhoria nas perdas por negativa familiar e por perdas na manutenção.
Palavras chave: Doação de órgãos/ Transplante/ Qualificação profissional/ Enfermagem.

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