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Texto & Contexto. ISSN:0104-0707

 

 

 

RELATO DE EXPERIÊNCIA

 

 

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Terapia comportamental para incontinência urinária da mulher idosa: uma ação do enfermeiro

Célia Pereira Caldas,1 Ivone Renor da Silva Conceição,2 Rita Marinela da Cruz José,3 Barbara Martins Corrêa da Silva4
1Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta. Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: celpcaldas@hotmail.com. 2Mestranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Faculdade de Enfermagem da UERJ. Chefe de Enfermagem do Núcleo de Atenção ao Idoso. Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: renorivn@yahoo.com.br. 3Especialista em Terapia Intensiva. E-mail: ritamarinela@yahoo.com.br. 4Especialista em Geriatria e Gerontologia. Residente do Hospital Universitário Pedro Ernesto. E-mail: barbaramartins_enf@yahoo.com.br

Recebido em 4 de maio de 2010
Aprovação final em 1 de outubro de 2010

Texto Contexto Enferm 19(4): 783-788

 

 

 

Cómo citar este documento

Caldas, Célia Pereira; Conceição, Ivone Renor da Silva; José, Rita Marinela da Cruz; da Silva, Barbara Martins Corrêa. Terapia comportamental para incontinência urinária da mulher idosa: uma ação do enfermeiro. Texto Contexto Enferm, oct-dic 2010, 19(4). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/1910/19-783.php> Consultado el


Resumo

O objetivo deste trabalho foi relatar uma experiência de implementação da Terapia Comportamental para incontinência urinária como uma estratégia para melhorar o controle urinário e qualidade de vida da mulher idosa. Os dados foram coletados em 12 prontuários de mulheres que apresentavam diagnóstico de incontinência urinária mista ou de esforço e são apresentados descritivamente. Três pacientes obtiveram diminuição da frequência e seis pacientes zeraram as perdas. Oito pacientes referiram que os exercícios perineais foram o elemento da terapia que mais ajudou. Seis pacientes referiram que a terapia comportamental melhorou a auto-estima e o autocuidado. Seis pacientes relataram que a Terapia Comportamental ajudou a lidar com o problema. Conclui-se que este procedimento deve ser valorizado como uma ação de enfermagem para a prática clínica em decorrência de sua efetividade observa.
Palavras chave: Enfermagem/ Terapia comportamental/ Incontinência urinária.


Abstract
Behavioral therapy for urinary incontinence of elderly woman: A nursing action

The aim of this study was presente to assess the experience of implementation of behavioral therapy for urinary incontinence as a strategy to improve bladder control and quality of life in elderly women. Data were collected from medical records of 12 women who were diagnosed with mixed or stress incontinence. Data are presented descriptively. Three patients had decreased frequency and six patients zeroed losses. Eight patients reported that perineal exercises were the part of therapy that helped most. Six patients reported that behavioral therapy improved self-esteem and self-care. Six patients reported that behavioral therapy helped them to cope with the problem. It is concluded that this procedure should be valued as a nursing action for clinical practice because of its effectiveness notes.
Key-words: Nursing/ Behaviour therapy/ Urinary incontinence.


Resumen
La terapia comportamental para la incontinencia urinaria de mujeres ancianas: una acción del enfermero

El objetivo de este estudio fue evaluar la experiencia de la aplicación de la terapia comportamiental para la incontinencia urinaria como una estrategia para mejorar el control de la vejiga y la calidad de vida de las mujeres de edad avanzada. Los datos fueron recogidos de las historias clínicas de 12 mujeres que fueron diagnosticados con incontinencia mixta o de estrés y se presentan de manera descriptiva. Tres pacientes presentaron disminución de la frecuencia y seis pacientes a cero pérdidas. Ocho pacientes informaron de que los ejercicios perineales formaban la parte de la terapia que más las ha ayudado. Seis pacientes reportaron que la terapia comportamental mejora de la autoestima y el autocuidado. Seis pacientes reportaron que la terapia le ayudó a hacer frente al problema. Se concluye que este procedimiento debe ser valorado como una acción de enfermería para la práctica clínica debido a su eficacia observada.
Palabras clave: Enfermería/ Terapia conductista/ Incontinencia urinaria.
 

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