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Texto & Contexto. ISSN:0104-0707

 

 

 

REFLEXÃO

 

 

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Práticas educativas em saúde e a constituição de sujeitos ativos

Rogério Dias Renovato,1 Maria Helena Salgado Bagnato2
1Doutor em Educação. Professor Adjunto do Curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Mato Grosso do Sul. Brasil. E-mail: rrenovato@uol.com.br. 2Doutora em Educação. Professora Livre-docente da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. São Paulo, Brasil. E-mail: mbagnato@unicamp.br

Recebido em 26 de outubro de 2009
Aprovação final 13 de julho de 2010

Texto Contexto Enferm 19(3):554-562

 

 

 

Cómo citar este documento

Renovato, Rogério Dias; Bagnato, Maria Helena Salgado. Práticas educativas em saúde e a constituição de sujeitos ativos. Texto Contexto Enferm, jul-sep 2010, 19(3). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/1910/19-554.php> Consultado el

 

Resumo

O objetivo do artigo é problematizar as práticas educativas em saúde contemporâneas e suas contribuições na constituição de subjetividades. Trata-se de um estudo teórico-reflexivo, procurando cotejar essas práticas com as concepções foucaultianas de segurança e liberdade, elementos-chave na fabricação do sujeito ativo. Para esse percurso reflexivo abordamos a interdependência dessas práticas com a biomedicina e seus enunciados, em conformidade com a filosofia do risco, bem como a capilarização desses discursos através das pedagogias culturais. Sendo assim, entendemos que essas práticas podem apresentar várias configurações, dentre elas as estratégias provenientes dos dispositivos de segurança, que contribuem para a formação de sujeitos ativos. Nesses emaranhados discursivos, entrelaçados por inúmeras dimensões, por práticas de saúde construídas historicamente, não se pode mais imaginar relações de poder binarizadas, e sim, múltiplas relações de poder entremeadas de interpelações, que delimitam condutas consideradas saudáveis para esse outro, alicerçadas em representações situadas em espaços e temporalidades particulares.
Palavras chave:
Educação em saúde/ Cultura/ Risco/ Identidade.

Abstract
E
ducational practices in health care and the constitution of active subjects

The objective of this article is to identify the problems of contemporary educational practices in health care and their contributions to the constitution of subjectivities. This is a theoretical, reflexive study, seeking to articulate these practices within Foucaultian conceptions of safety and freedom, key elements in manufacturing an active subject. In this reflexive examination we address the interdependence of these practices with biomedicine and its proclamations in conformity with risk philosophy, as well as the capillarization of these discourses of the active subject through cultural pedagogies. Thus, we understand that these educational practices could present many configurations, among them strategies originating from safety devices, which contribute to the formation of active subjects. In this tangle of discursive elements, interlaced by innumerous dimensions, by historically-built health practices, one can no longer imagine binary power relationships, but multiple power relationships intermingled with interpellations, which delimit conducts considered healthy for this other, grounded in representations situated in particular spaces and temporalities.
Key-words: Health education/ Culture/ Risk/ Identity.
 

Resumen
Prácticas educativas en salud y la constitución de sujetos activos

El objetivo del artículo ha sido problematizar las prácticas educativas en salud y sus contribuciones para la constitución de subjetividades. El presente es un estudio teórico-reflexivo, donde se busca cotejar las prácticas con las concepciones foucaultianas sobre seguridad y libertad, elementos claves en la creación del sujeto activo. Para realizar esa reflexión, se aborda la interdependencia de las prácticas educativas en salud con la biomedicina y sus enunciados en conformidad con la filosofía del riesgo, así como la capilaridad de esos discursos sobre el sujeto activo a través de las pedagogías culturales. De esa forma, se entiende que esas prácticas educativas pueden presentar varias configuraciones, entre ellas, estrategias provenientes de los dispositivos de seguridad, que contribuyen para la formación de sujetos activos. En ese enmarañado de elementos discursivos, entrelazados por innumerables dimensiones, por prácticas de salud construidas históricamente, no se puede más imaginar relaciones de poder polarizadas sino, múltiples relaciones de poder intercaladas por interpelaciones que delimitan conductas consideradas saludables para ese otro, fundamentadas en representaciones situadas en espacios y temporalidades particulares.
Palabras clave: Educación para la salud/ Cultura/ Riesgo/ Identidad.
 

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