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Texto & Contexto. ISSN:0104-0707

 

 

 

ARTIGOS ORIGINAIS - PESQUISA

 

 

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Mulher no período pós-reprodutivo e HIV/AIDS: percepção e ações segundo o modelo de crenças em saúde

Neide de Souza Praça,1 Joyce de Oliveira Souza,2 Daniela Angelo de Lima Rodrigues3
1
Livre-Docente. Professora Associada do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da USP. São Paulo, Brasil. E-mail: ndspraca@usp.br. 2Bacharel em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da USP. São Paulo, Brasil. E-mail: joycap@gmail.com. 3Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem da USP. Docente do Curso de Enfermagem da Universidade Nove de Julho. São Paulo, Brasil. E-mail: daniangelo@usp.br

Recebido em 8 de outubro de 2009
Aprovação final 28 de junho de 2010

Texto Contexto Enferm 19(3):518-525

 

 

 

Cómo citar este documento

Praça, Neide de Souza; Souza, Joyce de Oliveira; Rodrigues, Daniela Angelo de Lima. Mulher no período pós-reprodutivo e HIV/AIDS: percepção e ações segundo o modelo de crenças em saúde. Texto Contexto Enferm, jul-sep 2010, 19(3). Disponible en <http://www.index-f.com/textocontexto/1910/19-518.php> Consultado el

 

Resumo

As evidências sugerem o crescente número de mulheres com idade igual ou superior a 50 anos com HIV/aids, no país. Este estudo descritivo, exploratório, realizado em 2008, teve como objetivo geral analisar a percepção sobre HIV/aids de mulheres, nesta faixa etária, frequentadoras de uma Unidade Básica de Saúde com Programa Saúde da Família do município de São Paulo. Foram entrevistadas 33 mulheres utilizando-se um formulário com questões estruturadas segundo os constructos do Modelo de Crenças em Saúde. Este, também norteou a análise dos dados. Verificou-se que os sujeitos se percebiam suscetíveis à infecção e reconheciam a severidade da aids, mas não transpunham barreiras para a prevenção da transmissão do HIV pela via sexual, embora orientassem familiares mais jovens sobre medidas preventivas. Conclui-se que, embora reconheçam a severidade da aids, as mulheres não transpõem barreiras para realizar ações de prevenção de infecção pelo HIV.
Palavras chave:
Saúde da mulher/ AIDS/ Idoso/ Enfermagem/ Percepção.

Abstract
Post-reproductive women and HIV/AIDS: perceptions and actions according to the health belief model

Evidence reveals an increasing number of women aged 50 or over who have HIV/AIDS in Brazil. This descriptive and exploratory study, conducted in 2008, aimed to analyze perceptions about HIV/AIDS from women in this age group who attended a Basic Health Unit under the Family Health Program in São Paulo, Brazil. A structured-question questionnaire was used to interview 33 women according to the constructs of the Health Belief Model, which also guided data analysis. The data showed that these individuals were aware of their susceptibility to the infection and understood the severity of AIDS as well, but they did not break the obstacles for the prevention and transmission of HIV through sex. On the other hand, they have oriented their younger relatives about prevention measures. It has been concluded that, while recognizing the severity of AIDS, women do not transpose barriers in order to perform HIV infection prevention actions.
Key-words: Women's health/ AIDS/ Aged/ Nursing/ Perception.
 

Resumen
La mujer en el período post-reproductivo y el VIH/SIDA: percepción y acciones según el modelo de creencias en salud

Las evidencias sugieren un creciente número de mujeres con edad igual o superior a 50 años con VIH/SIDA en el país. El presente es un estudio descriptivo, exploratorio, realizado en 2008, con el objetivo general de analizar la percepción sobre el VIH/SIDA de mujeres en este grupo etario que asisten a una unidad de atención primaria del Programa de Salud Familiar, de la Municipalidad de Sao Paulo, Brazil. Para el estudio se entrevistaron 33 mujeres utilizando un formulario con preguntas estructuradas según las bases del Modelo de Creencias en Salud, el cual también norteó el análisis de los datos. Se verificó que los sujetos se percibían susceptibles a la infección y reconocían la severidad del SIDA, pero no traspasaban las barreras para la prevención de la transmisión del VIH por la vía sexual, a pesar de orientar a familiares más jóvenes sobre medidas preventivas. Se concluye que aunque reconocen la gravedad del SIDA, las mujeres no traspasan las barreras para llevar a cabo acciones para prevenir la infección por el VIH.
Palabras clave: Salud de la mujer/ SIDA/ Anciano/ Enfermería/ Percepción.
 

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