ENTRAR            

 


 

Referencia ISSN:0874-0283 2016 serie IV numero 11 r411101

 

 

 

ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO

 

Ir a Sumario

  

 

English version

 

 

Tradução e adaptação da Phlebitis Scale para a população portuguesa

Luciene Muniz Braga,* Anabela de Sousa Salgueiro-Oliveira,** Maria Adriana Pereira Henriques,*** Manuel Alves Rodrigues,**** Cláudia Jesus Vidal Rodrigues,***** Sónia Alexandra Graça Pereira,****** Pedro Miguel dos Santos Dinis Parreira*******
* MsC., Enfermeira, Professor, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa - MG, 36570-900, Brasil [luciene.muniz@ufv.br]. Morada para correspondência: Rua Rosalina Silva Santos 153/201 Bairro Fátima, 36570-000, Viçosa, Brasil. Contribuição no artigo: conceção da investigação, colheita dos dados, análise e interpretação dos dados, redação do artigo e aprovação da versão final. ** Ph.D., Enfermeira, Professor Adjunto, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, 3046-851, Coimbra Portugal [anabela@esenfc.pt]. Contribuição no artigo: conceção da investigação, análise e interpretação dos dados, redação do artigo e aprovação da versão final. *** Ph.D., Enfermeira, Professor coordenador, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, 1990-096, Lisboa Portugal [ahenriques@esel.pt]. Contribuição no artigo: conceção da investigação, análise e interpretação dos dados, redação do artigo e aprovação da versão final. **** Ph.D., Agregação, Professor Coordenador Principal. Coordenador Científico da Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, 3046-851, Coimbra, Portugal [manuel.rodrigues@esenfc.pt]. Contribuição no artigo: conceção da investigação, análise e interpretação dos dados, redação do artigo e aprovação da versão final. ***** RN., Enfermeira, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, 3000-075, Coimbra, Portugal [cjvrodrigues@hotmail.com]. Contribuição no artigo: colheita dos dados, redação do artigo e aprovação da versão final. ****** RN., Enfermeira, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, 3000-075, Coimbra, Portugal [soniagracapereira@gmail.com]. Contribuição no artigo: colheita dos dados, redação do artigo e aprovação da versão final. ******* Ph.D., Enfermeiro, Professor Adjunto, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, 3046-851, Coimbra, Portugal [parreira@esenfc.pt]. Contribuição no artigo: conceção da investigação, análise e interpretação dos dados, redação do artigo e aprovação da versão final

Recebido para publicação em: 14.06.16
Aceite para publicação em: 16.11.16

Referencia 2016 IV(11): 101-109

 

 

 

Cómo citar este documento

Braga, Luciene Muniz; Salgueiro-Oliveira, Anabela de Sousa; Henriques, Maria Adriana Pereira; Rodrigues, Manuel Alves; Rodrigues, Cláudia Jesus Vidal; Pereira, Sónia Alexandra Graça; Parreira, Pedro Miguel dos Santos Dinis. Tradução e adaptação da Phlebitis Scale para a população portuguesa. Referencia 2016; IV(11). Disponible en <http://www.index-f.com/referencia/2016/411101.php> Consultado el

 

Resumo

Enquadramento: Para avaliação da flebite é indicada a utilização de uma escala como a Phlebitis Scale, que possibilita padronizar a avaliação e documentar a efetividade dos cuidados. Objetivos: Traduzir, adaptar e avaliar as propriedades psicométricas da Phlebitis Scale para a população portuguesa. Metodologia: Estudo metodológico de tradução e avaliação das propriedades psicométricas da Phlebitis Scale numa amostra não probabilística com 110 doentes portadores de 526 cateteres venosos periféricos. Realizou-se análise fatorial exploratória em componentes principais com rotação Varimax para análise de validade de constructo e análise da consistência interna da escala através do Alpha de Cronbach. Resultados: Observou-se uma incidência de 35,5% de flebite nos doentes. A análise fatorial evidenciou 2 graus de severidade da flebite, o primeiro responsável por 41,5% de variância. A consistência interna foi 0,78 e 0,90. Conclusão: A Escala Portuguesa de Flebite demonstrou equivalência linguística em relação à original e consistência interna adequada na avaliação da flebite. No entanto, propõe-se nova estrutura da escala para melhorar a interpretação dos graus de flebite em termos de discriminação.
Palavras chave: Enfermagem/ Flebite/ Cateterismo periférico/ Tradução/ Análise fatorial.
 

Resumen
Traducción y adaptación de la Phlebitis Scale para la población portuguesa

Marco contextual: Se indica el uso de una escala como la Phlebitis Scale para evaluar la flebitis. Así, se estandariza la evaluación y se documenta la eficacia de los cuidados. Objetivos: Traducir, adaptar y evaluar las propiedades psicométricas de la Phlebitis Scale para la población portuguesa. Metodología: Estudio metodológico de la traducción y evaluación de las propiedades psicométricas de la Phlebitis Scale en una muestra no probabilística de 110 pacientes con 526 catéteres venosos. Se realizó el análisis factorial exploratorio sobre los componentes principales con rotación Varimax para analizar la validez de constructo y la consistencia interna de la escala mediante el coeficiente alfa de Cronbach. Resultados: Se observó una incidencia de flebitis en los pacientes del 35,5 %. El análisis factorial reveló dos grados de severidad de la flebitis, el primer grado explica el 41,5 % de la varianza. La consistencia interna fue 0,78 y 0,90. Conclusión: La Escala Portuguesa de Flebitis demostró una equivalencia lingüística en relación a la original y una consistencia interna adecuada en la evaluación de la flebitis. Sin embargo, se propuso una nueva estructura de la escala para mejorar la interpretación de los grados de flebitis en cuanto a la discriminación.
Palabras clave: Enfermería/ Flebitis/ Cateterismo periférico/ Traducción/ Análisis factorial.
 

Abstract
Translation and adaptation of the Phlebitis Scale for the Portuguese population

Background: The use of a scale such as the Phlebitis Scale is recommended to assess phlebitis since it allows standardizing the assessment and documenting care effectiveness. Objectives: To translate, adapt, and assess the psychometric properties of the Phlebitis Scale for the Portuguese population. Methodology: Methodological study of translation and assessment of the psychometric properties of the Phlebitis Scale in a nonprobability sample with 110 patients using 526 peripheral venous catheters. An exploratory factor analysis was performed with Varimax rotation in principal components for analyzing the construct validity and internal consistency of the scale using Cronbach's alpha coefficient. Results: A 35.5% of phlebitis incidence was observed. The factor analysis revealed 2 levels of severity, with the first grade explaining 41.5% of variance. Internal consistency was .78 and .90. Conclusion: The Escala Portuguesa de Flebite (Portuguese Phlebitis Scale) showed linguistic equivalence to the original and adequate internal consistency for assessing phlebitis. However, a new scale structure is proposed to improve the interpretation and identification of the grades of phlebitis.
Key-words: Nursing/ Phlebitis/ Peripheral catheterization/ Translation/ Factor analysis.
 

Referências

Abolfotouh, M. A, Salam, M., Bani-Mustafa, A., White, D., & Balkhy, H. H. (2014). Prospective study of incidence and predictors of peripheral intravenous catheter-induced complications. Therapeutics and Clinical Risk Management, 10, 993-1001. doi: 10.2147/TCRM.S74685

Athayde, A. G., & Oliveira, A. D. (2006). Estudo da integração de sinais na avaliação da severidade de flebite associada à cateterização venosa periférica. Revista Referência, 2(3), 7-19. Recuperado de http://web.esenfc.pt/pa3/public/index.php?module=rr&target=publicationDetails&&id_artigo=28&pesquisa=

Ferreira, L. R., Pedreira, M. L., & Diccini, S. (2007). Flebite no pré e pós-operatório de pacientes neurocirúrgicos. Acta Paulista de Enfermagem, 20(1), 30-36. doi: 10.1590/S0103-21002007000100006

Ferrete-Morales, C., Vázquez-Pérez, M. Á., Sánchez-Berna, M., Gilabert-Cerro, I., Corzo-Delgado, J. E., Pineda-Vergara, J. A., ... Gómez-Mateos, J. (2010). Incidence of phlebitis due to peripherally inserted venous catheters: Impact of a catheter management protocol. Enfermería Clínica, 20(1), 3-9. doi: 10.1016/j.enfcli.2009.10.001

Furtado, L. C. (2011). Incidence and predisposing factors of phlebitis in a surgery department. British Journal of Nursing, 20(Suppl. 7), S16-S25. doi: 10.12968/bjon.2011.20.Sup7.S16

Gabriel, C. S., Melo, M. R., Rocha, F. L., Bernardes, A., Miguelaci, T., & Silva, M. L. (2011). Utilização de indicadores de desempenho em serviço de enfermagem de hospital público. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 19(5), 9 telas. doi: 10.1590/S0104-11692011000500024

Gallant, P., & Schultz, A. A. (2006). Evaluation of a visual infusion phlebitis scale for determining appropriate discontinuation of peripheral intravenous catheters. Journal of Infusion Nursing, 29(6), 338-345. doi: 10.1097/00129804-200611000-00004

Groll, D. L., Davies, B., MacDonald, J., Nelson, S., & Virani, T. (2010). Evaluation of the psychometric properties of the phlebitis and infiltration scales for the assessment of complications of peripheral vascular access devices. Journal of Infusion Nursing, 33(6), 385-390. doi: 10.1097/NAN.0b013e3181f85a73

Ho, K. H., & Cheung, D. S. (2012). Guidelines on timing in replacing peripheral intravenous catheters. Journal of Clinical Nursing, 21(11-12), 1499-1506. doi: 10.1111/j.1365-2702.2011.03974.x

Infusion Nurses Society. (2006). Phlebitis. Journal of Infusion Nursing, 29(1 Suppl.), S58-S59.

LaRue, G. D., & Peterson, M. (2011). The impact of dilution on intravenous therapy. Journal of Infusion Nursing, 34(2),117-123. doi: 10.1097/NAN.0b013e31820b7899

Maki, D. G., & Ringer, M. (1991). Risk factors for infusionrelated phlebitis with small peripheral venous catheters: A randomized controlled trial. Annals of Internal Medicine, 114(10), 845-854. doi: 10.7326/0003-4819-114-10-845

Oliveira, A. S. (2014). Intervenção nas práticas dos enfermeiros na prevenção de flebites em pessoas portadoras de cateteres venosos periféricos: Um estudo de investigação-ação (Tese de doutoramento). Recuperado de http://hdl.handle.net/10451/12149

Pasalioglu, K. B., & Kaya, H. (2014). Catheter indwell time and phlebitis development during peripheral intravenous catheter administration. Pakistan Journal of Medical Sciences, 30(4), 725-730. doi: 10.12669/pjms.304.5067

Ray-Barruel, G., Polit, D. F., Murfield, J. E., & Rickard, C. M. (2014). Infusion phlebitis assessment measures: A systematic review. Journal of Evaluation in Clinical Practice, 20(2),191-202. doi: 10.1111/jep.12107

Royal College of Nursing. (2010). Standards for infusion therapy: The RCN IV Therapy Forum (3rd ed.). Recuperado de http://www.bbraun.it/documents/RCN-Guidlines-for-IV-therapy.pdf

Sena, C. A., Krempser, P., Silva, R. N., & Oliveira, D. V. (2013). Punção de vasos e paleta cromática: Subsídio para pesquisa e prática clínica de enfermeiros. Revista de Enfermagem do Centro Oeste Mineiro, 3(1), 488-497. doi: 10.19175/recom.v0i0.309

Sousa, V. D., & Rojjanasrirat, W. (2011). Translation, adaptation and validation of instruments or scales for use in crosscultural health care research: A clear and user-friendly guideline. Journal of Evaluation in Clinical Practice, 17(2), 268-274. doi: 10.1111/j.1365-2753.2010.01434.x

Webster, J., McGrail, M., Marsh, N., Wallis, M. C., Gillian Ray- Barruel, G., & Rickard, C. M. (2015). Postinfusion phlebitis: Incidence and risk factors. Nursing Research and Practice, 2015, 1-3. doi: 10.1155/2015/691934

White, W., & Stein C. (2010). Histórico, definições e opiniões atuais. In A. Kopf & N. B. Patel (Eds.), Guia para o tratamento da dor em contextos de poucos recursos (pp. 1-5). Recuperado de http://www.iasp-pain.org/files/Content/ContentFolders/Publications2/FreeBooks/GuidetoPainManagement_Portuguese.pdf

Principio de p�gina 

Pie Doc

 

RECURSOS CUIDEN

 

RECURSOS CIBERINDEX

 

FUNDACION INDEX

 

GRUPOS DE INVESTIGACION

 

CUIDEN
CUIDEN citación

REHIC Revistas incluidas
Como incluir documentos
Glosario de documentos periódicos
Glosario de documentos no periódicos
Certificar producción
 

 

Hemeroteca Cantárida
El Rincón del Investigador
Otras BDB
Campus FINDEX
Florence
Pro-AKADEMIA
Instrúye-T

 

¿Quiénes somos?
RICO Red de Centros Colaboradores
Convenios
Casa de Mágina
MINERVA Jóvenes investigadores
Publicaciones
Consultoría

 

INVESCOM Salud Comunitaria
LIC Laboratorio de Investigación Cualitativa
OEBE Observatorio de Enfermería Basada en la Evidencia
GED Investigación bibliométrica y documental
Grupo Aurora Mas de Investigación en Cuidados e Historia
FORESTOMA Living Lab Enfermería en Estomaterapia
CIBERE Consejo Iberoamericano de Editores de Revistas de Enfermería