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Referencia ISSN:0874-0283

 

 

 

ARTIGO TEÓRICO

 

 

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Coping e adesão ao regime terapêutico

Maria Rui Grilo Sousa,* Maria José Lumini Landeiro,** Regina Pires,*** Célia Santos****
*Enfermeira Especialista em Enfermagem na Comunidade, Mestre em Educação, área de especialização de Educação para a Saúde e Doutoranda em Ciências de Enfermagem no ICBAS, Professora Adjunta na ESEP [mariarui@esenf.pt]. **Enfermeira Especialista em Enfermagem Médico-cirúrgica, Mestre em Ciências de Enfermagem e Doutoranda em Ciências de Enfermagem no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Professora Adjunta na ESEP [lumini@esenf.pt]. ***Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria, Mestre em Supervisão Clínica e Doutoranda em Enfermagem na UCP, Professora Adjunta na ESEP. ****Enfermeira Especialista em Enfermagem Médico-cirúrgica, Mestre e Doutora em Psicologia da Saúde, Professora Coordenadora na ESEP

Recebido para publicação em 11.08.10
Aceite para publicação em 12.02.11

Referencia 2011 III(4): 151-160

 

 

 

Cómo citar este documento

Sousa, Maria Rui Grilo; Landeiro, Maria José Lumini; Pires, Regina; Santos, Célia. Coping e adesão ao regime terapêutico. Referencia 2011; III(4). Disponible en <http://www.index-f.com/referencia/2011/34-151.php> Consultado el

 

Resumo

Atualmente as doenças crónicas têm um grande impacto na saúde a nível mundial representando, nos países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, uma considerável sobrecarga económica dos serviços de saúde, constituindo um enorme desafio para os profissionais da área, no sentido de identificar novas estratégias de atuação. Considerando a doença crónica como um evento stressor, a forma como ela é percebida pela pessoa (dependendo das suas representações de doença) e as estratégias que adota face à nova situação de saúde, influenciam os comportamentos de adesão e, consequentemente, o controlo da patologia, o que se poderá refletir no seu bem-estar e qualidade de vida. Na perspectiva de ir ao encontro das necessidades de aprofundamento do estudo nesta área, o presente trabalho tem por objetivo a realização de uma revisão bibliográfica sobre a temática, permitindo uma análise e reflexão aprofundada sobre a problemática da doença crónica, os efeitos do stresse sobre a mesma, bem como, a influência das estratégias de coping na adesão. Os estudos encontrados sugerem que estratégias de coping do tipo confrontativo, predominantemente focadas no problema, promovem a adesão ao regime terapêutico. Algumas variáveis sócio-demográficas poderão interferir no processo de coping adotado e, consequentemente, nos comportamentos de adesão.
Palavras chave: Coping/ Adesão terapêutica/ Doença crónica/ Adaptação.
 

Abstract
Coping and adherence to therapeutic regimen

Currently chronic diseases have a large impact on global health representing, in developed and developing countries, a considerable economic burden on health services and constituting an enormous challenge for healthcare professionals when identifying new strategies for action. Considering the chronic illness as a stressor event, how it is perceived by the person (depending on your illness representations) and the strategies they adopt to face the new situation of health, influencing the behavior of adherence and consequently the control of disease, which might reflect on their well-being and quality of life. From the perspective of meeting the needs of further studies in this area, the present work aims at conducting a literature review on the subject, allowing a thorough analysis and reflection on the problem of chronic disease, the effect of stress on the same, and the influence of coping strategies on adherence. Studies suggest that coping strategies of the confrontational type, predominantly focused on the problem, promote adherence to therapeutic regimens. Some socio-demographic variables can interfere with the coping process and thus with compliance behaviors.
Key-words: Coping/ Therapeutic adherence/ Chronic disease/ Adaptation.
 

Resumen
Afrontamiento y adhesión al régimen terapéutico

Actualmente las enfermedades crónicas tienen un gran impacto en la salud a nivel mundial llegando a representar, en los países desarrollados y en vías de desarrollo, una considerable sobrecarga económica de los servicios de salud, por lo que constituyen un enorme desafío para los profesionales del área, en el sentido de identificar nuevas estrategias de actuación. Considerando la enfermedad crónica como un evento estresante, la forma cómo esta es percibida por la persona (dependiendo de sus representaciones de enfermedad) y las estrategias que adopta ante la nueva situación de salud, influyen en los comportamientos de adhesión y consecuentemente en el control de la patología, que se podrá reflejar en su bienestar y su calidad de vida. Para poder ir al encuentro de las necesidades de profundización del estudio en esta área, el presente trabajo se propone realizar una revisión bibliográfica sobre la temática, permitiendo un análisis y reflexión profundizada sobre la problemática de la enfermedad crónica, los efectos del estrés sobre esta, así como la influencia de las estrategias de afrontamiento en la adhesión. Los estudios encontrados sugieren que las estrategias de afrontamiento del tipo enfrentativo, predominantemente enfocadas en el problema, promueven la adhesión al regime terapéutico. Algunas variables sociodemográficas podrán interferir en el proceso de afrontamiento adoptado y, consecuentemente, en los comportamientos de adhesión.
Palabras clave: Coping/ Adherencia terapéutica/ Enfermedad crónica/ Adaptación.

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