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Avances en Enfermería 0121-4500 35(2) 2017 352190

 

 
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Avances en Enfermería
[av.enferm. -Col-]
2017 may-ago; 35(2): 190-207

Recibido: 13/09/2016
Aceptado:
01/05/2017

Violência obstétrica: revisão integrativa de pesquisas qualitativas*

Luara de Carvalho Barbosa,* Márcia Regina Cangiani Fabbro,** Geovânia Pereira dos Reis Machado***
*Mestranda em Ciências da Saúde. Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, Brasil. E-mail: luara.obstetricia@hotmail.com **Doutora em Educação. Professora Associada, Departamento de Enfermagem, Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, Brasil. E-mail: mfabbbro@gmail.com ***Mestra em Ciências da Saúde, Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, Brasil. E-mail: geovaniareis@gmail.com

*Artigo decorrente de Iniciação Científica financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo/Brasil (FAPESP), processo n.º 2014/15749-0.

Cómo citar este documento:
Barbosa, Luara de Carvalho; Fabbro, Márcia Regina Cangiani; Machado, Geovânia Pereira dos Reis. Violência obstétrica: revisão integrativa de pesquisas qualitativas. Avances en Enfemería. 2017 may-ago, 35(2). En: <http://www.index-f.com/rae/352/352190.php> Consultado el

Resumo

Objetivo: Descrever como os fatores intervenientes nas práticas de assistência ao parto interferem na vivência do parto e nascimento. Síntese do conteúdo: Trata-se de uma revisão integrativa de pesquisas qualitativas. A partir das bases de dados escolhidas, foram encontrados 17 051 artigos, dos quais, de acordo com os critérios pré-estabelecidos, restaram 54. Após a análise, quatro categorias foram definidas: Pré-concepções contemporâneas sobre parto normal e cesárea, Elementos desfavoráveis à vivência satisfatória do parto, Banalização da violência obstétrica e Pressupostos da assistência humanizada ao parto. Os resultados apontaram práticas de assistência ao parto desatualizadas, não recomendadas, vistas como “normais”, marcadas pelo autoritarismo, desrespeito às mulheres, caracterizando a violência obstétrica. Já o modelo humanizado, ao valorizar o protagonismo da mulher, torna a experiência de parto mais gratificante. Conclusión: As práticas de assistência ao parto no Brasil desrespeitam os direitos sexuais e reprodutivos, o que se reflete nos altos índices de cesáreas desnecessárias e nos maus tratos sofridos pelas mulheres nas maternidades brasileiras.
Palavras chave: Violência contra a Mulher/ Tocologia/ Saúde Materna.
 

Resumen
Violencia obstétrica: revisión integradora de investigaciones cualitativas

Objetivo: Describir cómo los factores que afectan las prácticas de atención del parto interfieren en la experiencia del parto y en el nacimiento. Síntesis de contenido: Se trata de una revisión integradora de investigaciones cualitativas. A partir de las búsquedas en las bases de datos seleccionadas, se encontraron 17 051 artículos, de los cuales, según los criterios preestablecidos, se eligieron 54. De acuerdo con el análisis de los estudios elegidos, emergieron cuatro categorías, a saber: Preconcepciones contemporáneas sobre el parto normal y la cesárea, Elementos desfavorables para la vivencia satisfactoria del parto, Banalización de la violencia obstétrica y Presupuestos sobre la asistencia humanizada del parto. Los resultados revelaron que las prácticas de asistencia al parto estaban desactualizadas, eran inapropiadas, se consideraban “normales” y estaban marcadas por el autoritarismo y por la falta de respeto hacia las mujeres, lo cual caracteriza la violencia obstétrica. Por su parte, el modelo humanizado, al valorar el protagonismo femenino, hace que la experiencia del parto sea más gratificante. Conclusión: Las prácticas de asistencia al parto en Brasil no respetan los derechos sexuales y reproductivos, lo que se refleja en los altos índices de cesáreas innecesarias y en los maltratos que las mujeres sufren en los hospitales materno-infantiles brasileños.
Palabras clave: Violencia contra la Mujer/ Tocología/ Salud Materna.
 

Abstract
Obstetric violence: integrative review of qualitative research

Objective: To describe how factors that affect delivery care practices interfere with the delivery experience and with the birth. Synthesis of content: This is an integrative review of qualitative research. Drawing from selected databases searches, 17 051 articles were found, from which 54 were chosen using predefined criteria. In accordance with the analysis of the selected studies, four categories emerged, as follows: Contemporary preconceptions about normal delivery and cesarean, Unfavorable factors to experience successfully the delivery, Trivialization of obstetric violence, and Assumptions about delivery humanized care. The results suggested that delivery care practices were out of date, inappropriate, seen as “normal”, and marked by authoritarianism and by disrespect for women: these behaviors depict obstetric violence. On the other hand, the humanized model, appreciating the role of women, makes delivery experience most pleasing. Conclusion: Patients with chronic kidney disease on hemodialysis make use of spiritual/religious coping positively and significantly; likewise, they regard religion/spirituality as important in their lives.
Key-words: Violence Against Women/ Midwifery/ Maternal Health.
 

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