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Avances en Enfermería 0121-4500 33(2) 2015 332282

 

 
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Avances en Enfermería
[av.enferm. -Col-]
2015 may-ago; 33(2): 282-294

Recibido: 29/11/2012
Aprobado: 15/06/2015

Repercussões maternas e fetais da analgesia obstétrica: uma revisão integrativa

Hudson Rodrigo Macendo Amaral,* Edson Diniz Sarmento Filho,** Diana Matos Silva,*** Thiago Luis de Andrade Barbosa,**** Ludmila Mourão Xavier Gomes*****
*Enfermeiro, Faculdades Santo Agostinho. Montes Claros, Brasil. **Enfermeira, Especialista em Obstetrícia. Docente, Faculdades Santo Agostinho. Montes Claros, Brasil. ***Enfermeiro, Faculdades Santo Agostinho. Montes Claros, Brasil. ****Mestre em Ciências da Saúde. Montes Claros, Brasil. *****Doutora em Ciências da Saúde. Foz do Iguaçu, Brasil

Cómo citar este documento:
Macendo Amaral, Hudson Rodrigo; Sarmento Filho, Edson Diniz; Matos Silva, Diana; de Andrade Barbosa, Thiago Luis; Xavier Gomes, Ludmila Mourão. Repercussões maternas e fetais da analgesia obstétrica: uma revisão integrativa. Avances en Enfemería. 2015 may-ago, 33(2). En: <http://www.index-f.com/rae/332/r332282.php> Consultado el


Resumo

A analgesia epidural em obstetrícia é ainda hoje tema repleto de controvérsias no cenário científico, devido à grande diversidade de esquemas analgésicos disponíveis. Objetivo: Identificar as repercussões maternas e fetais do uso de analgesias no trabalho de parto, relacionar as drogas mais utilizadas, dosagens seguras e os critérios de indicação, bem como analisar os efeitos da analgesia sobre a mãe e o feto. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa de 21 publicações das bases lilacs e SciELO, por meio dos descritores parto, parto humanizado, parto normal, analgesia obstétrica e analgesia epidural, no período 1995-2011. Resultados: Em relação à analgesia epidural na condução do trabalho de parto segundo tipo de bloqueio, houve maior utilização das técnicas peridural (28,6%) e peridural contínua (14,3%). Quanto às drogas utilizadas nos grupos principais observou-se predominância na utilização do sufentanil (33,3%) e bupivacaína (28,6%) em suas diferentes concentrações e baricidades. Os efeitos adversos mais comuns foram: prurido, náuseas e hipotensão arterial. Quanto às repercussões fetais, evidenciou-se maior índice de acidose fetal relacionado à bupivacaína. Conclusões: O desenvolvimento científico na área contribui para uma prática obstétrica mais individualizada e humana.
Palavras chave: Analgesia Obstétrica/ Analgesia Epidural/ Parto Normal.
 

Resumen
Repercusiones maternas y fetales de la analgesia obstétrica: una revisión integrativa

La analgesia epidural obstétrica es hoy un tema lleno de controversia en el ámbito científico, debido a la gran variedad de regímenes analgésicos disponibles. Objetivo: Identificar las repercusiones maternas y fetales del uso de analgesia durante el parto, una lista de los medicamentos más comúnmente utilizados, las dosis seguras y los criterios de indicación para evaluar los efectos de la analgesia en la madre y en el feto. Metodología: Se trata de una revisión integradora de 21 publicaciones de lilacs y SciELO mediante los descriptores parto, parto humanizado, parto normal, analgesia obstétrica y analgesia epidural en el período 1995-2011. En cuanto a la analgesia epidural en la conducción de tipo parto segunda cerradura, hubo un aumento en el uso de técnicas epidurales (28,6%) y epidurales continuas (14,3%). Resultados: En relación con los fármacos utilizados en los principales grupos, se observó principalmente el uso de sufentanilo (33,3%) y de la bupivacaína (28,6%) en diferentesconcentraciones y baricidades. Los efectos adversos más comunes fueron prurito, náuseas e hipotensión. En cuanto a las repercusiones fetales, hubo una mayor tasa de acidosis fetal relacionado con la bupivacaína. Conclusiones: El desarrollo científico en el área contribuye a una práctica obstétrica más individualizada y humana.
Palabras clave: Analgesia Obstétrica/ Analgesia Epidural/ Parto Normal.
 

Abstract
Effects of fetal and maternal obstetrical analgesia: an integrative review

Today, epidural analgesia in obstetrics is still a topic fraught with controversy in the scientific field, due to the wide range of schemes available analgesics schemes. Objective: To identify maternal and fetal effects of the use of analgesia during parturition, to relate the most common used drugs, dosages and criteria for safe indication, as well as to analyze the effects of analgesia on mother and fetus. Methodology: This is an integrative review of 21 publications available in the databases lilacs and SciELO, using the descriptors parturition, humanized delivery, natural childbirth, obstetrical analgesia, and epiduralanalgesia in the period 1995-2011. Results: In regard to the frequency and percentage of studies of epidural analgesia in the conduct of labor according the type of block, there was increased use of epidural technique (28,6%) and continuous epidural technique (14.3%). In relation to the drugs used in the main groups, it was observed predominantly use of sufentanil (33.3%) and bupivacaine (28.6%) in different concentrations and their baricity. The most common adverse effects were pruritus, nausea and hypotension. As the fetal repercussions, there was a higher rate of fetal acidosis related to bupivacaine. Conclusions: The scientific development in the area contributes to a more individualized humanized obstetric practice.
Key-words: Analgesia Obstetrical/ Analgesia Epidural/ Natural Childbirth.
 

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