ENTRAR            

 


 

R de Pesq: cuidado fundamental Online -Bra- v8n2 2016 r84472

 

 
PESQUISA
 

 Ir a sumario  Acceso al texto completo

Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online
[
R de Pesq: cuidado é fundamental Online -Bra-]
2016 abr-jun; 8(2):
4472-4486

 Recebido em: 20/03/2015
Revisões requeridas: Não
Aprovado em: 08/01/2016
Publicado em: 03/04/2016

Ações de proteção a crianças e adolescentes em situação de violência

 

Roberta Laíse Gomes Leite Morais,1 Zenilda Nogueira Sales,2 Vanda Palmarella Rodrigues,3 Juliana da Silva Oliveira4

 

(1) Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Professora Assistente do Departamento de Saúde II (2) Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia ,Professora Titular do Departamento de Saúde II (3) Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. 4Professora Adjunta do Departamento de Saúde II (4) Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Professora Assistente do Departamento de Saúde II

 

Cómo citar este documento:
Morais, Roberta Laíse Gomes Leite; Sales, Zenilda Nogueira; Rodrigues, Vanda Palmarella; Oliveira, Juliana da Silva. Ações de proteção a crianças e adolescentes em situação de violência. R de Pesq: cuidado é fundamental Online -Bra-. 2016 abr-jun, 8(2). En: <http://www.index-f.com/pesquisa/2016/84472.php> Consultado el

 

Resumo

Objetivo: O estudo objetivou analisar as ações assistenciais de proteção realizadas a crianças e adolescentes em situação de violência. Método: Pesquisa qualitativa, desenvolvida no município de Jequié-Bahia, com 29 profissionais do Conselho Tutelar, do Centro de Referência Especializada de Assistência Social, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e de quatro Unidades de Saúde da Família. Os dados foram coletados em 2012 através de entrevista semiestruturada. A análise de conteúdo temática foi utilizada para tratamento dos dados. Resultados: Os resultados evidenciaram duas categorias: prevenção, onde são realizadas orientações e campanhas educativas e manejo das situações de violência, destacando-se que a notificação dos casos de violência ainda não é priorizada. Conclusão: Apesar de as ações desenvolvidas por cada serviço serem complementares, os profissionais ainda não realizam a articulação em rede. Ressalta-se a necessidade de capacitação dos profissionais dos serviços assistenciais para desenvolverem intervenções mais efetivas e articuladas no enfrentamento da violência.
Descritores: Violência/ Proteção/ Criança/ Adolescente.
 

Resumen
Acciones de protección a los adolescentes y niños en situación de violencia

Objetivo: Este estudio tuvo como objetivo analizar las acciones de asistencia realizadas protección a los niños y adolescentes en situación de violencia. Método: Métodos de investigación cualitativa desarrollada en Jequié-Bahía, con 29 profesionales en el Consejo de Guardianes, el Centro de Referencia de Asistencia Especializada Social, la Policía Especializada para la Atención a la Mujer y cuatro Unidades de Salud Familiar. Los datos fueron recogidos en 2012 a través de entrevistas semi-estructuradas. Se utilizó el análisis de contenido temático para el procesamiento de datos. Resultados: Los resultados mostraron dos categorías: la prevención, que se aplican directrices y campañas educativas y la gestión de los casos de violencia, haciendo hincapié en que la denuncia de casos de violencia no se prioriza. Conclusión: A pesar de las medidas adoptadas por cada servicio son complementarias y no profesionales siguen haciendo el trabajo en red. Hacemos hincapié en la necesidad de formación profesional de los servicios de salud para desarrollar intervenciones más eficaces y articuladas en la lucha contra la violencia.
Descriptores: Violencia/ Protección/ Niño/ Adolescente.
 

Abstract
Actions of protection for children and teenagers in situations of violence

Objective: The study aimed to analyze the welfare protection actions carried out to children and teenagers in situations of violence. Methodo: Its a quantitative study conducted in the municipality of Jequié, Bahia, with the collaboration of 29 professionals from The Guardianship Council, The Welfare Reference Center, Womens Police Station and four units of Family Health. The data were collected in 2012 through semi-structured interview. A thematic content analysis was used for data processing. Results: The results showed two categories: prevention and educational campaigns where guidance and management of situations of violence, highlighting that the reporting of cases of violence is still not prioritized. Conclusion: Despite the actions taken by each service are complementary, professionals still do not carry out the networking. We emphasize the need for training of professional care services to develop more effective and coordinated interventions to face up the violence against children and adolescents.
Descriptors: Violence/ Protection/ Child/ Teenager.
 

Referências

1. Ministério da Saúde. Temático prevenção de violência e cultura da paz III. Brasília: Organização Pan-Americana de Saúde, 2008.

2. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Viva: vigilância de violências e acidentes, 2008 e 2009. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.

3. Waiselfisz JJ. Mapa da Violência 2012. Crianças e adolescentes do Brasil. Rio de Janeiro: FLACSO Brasil, 2012.

4. Lobato GR, Moraes CL, Nascimento MC. Desafios da atenção à violência doméstica contra crianças e adolescentes no Programa Saúde da Família em cidade de médio porte do estado do Rio de Janeiro, Brasil. Cad. Saúde Pública [internet]. 2012 Sep [acesso 2014 Sep 10]; 28(9):1749-58. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?-script=sci_arttext&pid=S0102311X2012000900013&lng=en.

5. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Notificação de maus-tratos contra crianças e adolescentes pelos profissionais de saúde: um passo a mais na cidadania em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

6. Coordenadoria de Controle de Doença. Divisão de Doenças Crônicas Não transmissíveis. Núcleo Estadual de Vigilância de Violências e Acidentes. Notificação de maus-tratos contra crianças e adolescentes. 2. ed. São Paulo: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, 2008.

7. Bardin L. Análise de conteúdo. Tradução Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70 LTDA., 2010.

8. Brasil. Ministério da Saúde. Resolução nº 196, de 1996. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília, DF, 1996.

9. Santos LFC. A saúde e a intersetorialidade no enfrentamento à violência: a rede de atenção integral à criança e ao adolescente do município de Niterói (Dissertação de Mestrado). Rio de Janeiro: Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro; 2006.

10. Paixão ACW, Deslandes SF. Abuso Sexual InfantoJuvenil: ações municipais da Saúde para a garantia do atendimento. Ciênc. & Saúde Coletiva 2011; 16(10):4189-98.

11. Ramos MLCO, Silva AL. Estudo Sobre a Violência Doméstica Contra a Criança em Unidades Básicas de Saúde do Município de São Paulo Brasil. Saúde Soc. 2011; 20(1):136-46.

12. Silva LMP, Ferriani MGC, Silva MAI. Atuação da enfermagem frente à violência sexual contra crianças e adolescentes. Rev. Bras. Enferm. 2011; 64(5):919-24.

13. Saraiva RJ, Rosas AMTF, Valente, GSC, Viana LO. Qualificação do enfermeiro no cuidado a vítimas de violência doméstica infantil. Ciencia y enfermeria XVIII 2012; 1:17-27.

14. Rocha PCX, Moraes CL. Violência familiar contra a criança e perspectivas de intervenção do programa de saúde da família: a experiência de PMF/ Niterói (RJ, Brasil). Ciênc. & Saúde Coletiva 2011; 16(7):3285-96.

15. Brasil. Ministério da Saúde. Lei n. 8069, de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. 3. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008.

16. Krug EG, Dahlberg LL, Mercy JA, Zwi AB, Lozano R (Org.). Organização Mundial da Saúde (OMS). Relatório mundial violência e saúde. Genebra: OMS, 2002.

17. Galheigo SM. Apontamentos para se pensar ações de prevenção à violência pelo setor saúde. Saúde Soc. 2008; 17(3):181-9.

18. Luna GLM, Ferreira RC, Vieira LJES. Notificação de maus-tratos em crianças e adolescentes por profissionais da Equipe Saúde da Família. Ciênc. & Saúde Coletiva 2010; 15(2):481-91.

19. Gomes ILV, Caetano R, Jorge MSB. A criança e seus direitos na família e na sociedade: uma cartografia das leis e resoluções. Rev. Bras. Enferm. 2008; 61(1):61-5.

20. Deslandes SF, Mendes CHF, Lima JS, Campos DS. Indicadores das ações municipais para a notificação e o registro de casos de violência intrafamiliar e exploração sexual de crianças e adolescentes. Cad. Saúde Pública 2011; 27(8):1633-45.

21. Saliba O, Garbin CAS, Garbin AJI, Dossi AP. Responsabilidade do profissional de saúde sobre a notificação de casos de violência doméstica. Rev. Saúde Pública 2007; 41(3):472-7.

22. Thomazine AM, Oliveira BRG, Viera CS. Atenção a crianças e adolescentes vítimas de violência intrafamiliar por enfermeiros em serviços de pronto-atendimento. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2009 [acesso 2012 maio 30]; 11(4):830-40. Disponível em: <http://www.fen.ufg.br/revista/v11/n4/v11n4a08.htm>.

23. Moura ATMS, Moraes CL, Reichenheim ME. Detecção de maus-tratos contra a criança: oportunidades perdidas em serviços de emergência na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de Saúde Pública 2008; 24(12):2926-36.

24. Minayo MCS, Deslandes SF. Análise da implantação da rede de atenção às vítimas de acidentes e violências segundo diretrizes da Política Nacional de Redução da Morbimortalidade sobre Violência e Saúde. Ciênc. & Saúde Coletiva 2009; 14(5):1641-49.

25. Andrade EM, Nakamura E, CS Paula CS, Nascimento R, Bordin IA, Martin D. A Visão dos Profissionais de Saúde em Relação à Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes: um estudo qualitativo. Saúde Soc. 2011; 20(1):147-55.

26. Hanada H, DOliveira AFPL, Schraiber LB. Os psicólogos na rede de assistência a mulheres em situação de violência. Estudos Feministas 2010; 18(1):33-59.

27. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Acolhimento nas práticas de produção de saúde. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

28. Justino LCL, Ferreira SRP, Nunes CB, Barbosa MAM, Gerk MAS, Freitas SLF. Violência sexual contra adolescentes: notificações nos Conselhos Tutelares, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil. Rev Gaúcha Enferm. 2011; 32(4):781-7.

29. Nunes CB, Sarti CA, Ohara CVS. Profissionais de saúde e violência intrafamiliar contra a criança e adolescente. Acta Paul Enferm 2009; 22(Especial - 70 Anos):903-8.

30. Milani RC, Loureiro SR. Famílias e violência doméstica: condições psicossociais pós ações do conselho tutelar. Psicologia, Ciência e Profissão 2008; 28(1):50-67.

31. Bazon MR. Maus-tratos na infância e adolescência: perspectiva dos mecanismos pessoais e coletivos de prevenção e intervenção. Ciênc. & Saúde Coletiva 2007; 12(5):1110-2.

32. Jesus NA. O círculo vicioso da violência sexual: do ofendido ao ofensor. Psicologia, Ciência e Profissão 2006; 26(4):672-83.

Pie Doc

 

RECURSOS CUIDEN

 

RECURSOS CIBERINDEX

 

FUNDACION INDEX

 

GRUPOS DE INVESTIGACION

 

CUIDEN
CUIDEN citación

REHIC Revistas incluidas
Como incluir documentos
Glosario de documentos periódicos
Glosario de documentos no periódicos
Certificar producción
 

 

Hemeroteca Cantárida
El Rincón del Investigador
Otras BDB
Campus FINDEX
Florence
Pro-AKADEMIA
Instrúye-T

 

¿Quiénes somos?
RICO Red de Centros Colaboradores
Convenios
Casa de Mágina
MINERVA Jóvenes investigadores
Publicaciones
Consultoría

 

INVESCOM Salud Comunitaria
LIC Laboratorio de Investigación Cualitativa
OEBE Observatorio de Enfermería Basada en la Evidencia
GED Investigación bibliométrica y documental
Grupo Aurora Mas de Investigación en Cuidados e Historia
FORESTOMA Living Lab Enfermería en Estomaterapia
CIBERE Consejo Iberoamericano de Editores de Revistas de Enfermería