ENTRAR            

 


 

PARANINFO DIGITAL 2015;22:212

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentar este texto

Ir a Sumario

Documento anterior

Documento siguiente

Enviar correo al autor

Sin Ttulo


Modalidad de presentación:
comunicación digital

 

REF.: 212d

Presidentes de Associações Comunitárias e a Estratégia Saúde da Família: concepções, parcerias e articulação comunitária
Heluana Cavalcante Rodrigues,1 Francisco Rosemiro Guimarães Ximenes Neto,2 Francisca Lopes de Souza,1 Adriana Gomes Nogueira Ferreira,3 Elioenai Dornelles Alves,4 Maria Helena Machado5
(1) Secretaria da Saúde de Sobral, Ceará, Brasil; (2) Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA); (3) Universidade Federal do Maranhão (UFMA); (4) Universidade de Brasília (UnB); (5) Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP)/ Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Brasil

Rev Paraninfo digital, 2015: 22

Cómo citar este documento
Rodrigues, Heluana Cavalcante; Neto, Francisco Rosemiro Guimarães Ximenes; Souza, Francisca Lopes de; Ferreira, Adriana Gomes Nogueira; Alves, Elioenai Dornelles; Machado, Maria Helena. Presidentes de Associações Comunitárias e a Estratégia Saúde da Família: concepções, parcerias e articulação comunitária. Rev Paraninfo Digital, 2015; 22. Disponible en: <https://www.index-f.com/para/n22/212.php> Consultado el

RESUMO

Objetivo: analisar as concepções dos presidentes de associações acerca da Estratégia Saúde da Família (ESF); descrever as parcerias e articulações estabelecidas com a equipe da ESF e identificar a motivação destes para o trabalho comunitário.
Método: Pesquisa exploratório-descritiva, com 12 presidentes das associações comunitárias da sede do município de Sobral � Ceará, Brasil. Foi efetuada entrevista semiestruturada, que em seguida, foram sistematizadas e analisadas utilizando a categorização de Minayo.
Resultados: Os significados da ESF para os sujeitos, constata-se que eles compreendem a dinâmica organizativa do processo de trabalho da equipe e como são desenvolvidas as ações. Quanto à articulação e parceira das associações com a ESF, percebe-se que existe um bom envolvimento. Relacionado aos motivos para o ingresso no trabalho comunitário, relatam que se engajaram desde muito cedo, motivados pela necessidade de acesso às políticas públicas, melhoria da qualidade de vida da coletividade e por terem espírito de liderança.
Conclusões: A participação das associações comunitárias nos territórios da ESF, corroboraram com o incremento e consolidação da política da saúde.
Palavras chave: Atenção Primária à Saúde/ Política de Saúde/ Programa Saúde da Família/ Saúde Comunitária/ Participação Comunitária.
 

RESUMEN
Presidentes de Asociaciones Comunitarias y la Estrategia Salud de la Familia: concepciones, colaboraciones y articulación comunitaria

El estudio tuvo como objetivo analizar las concepciones de los presidentes de asociaciones sobre la Estrategia Salud de la Familia (ESF); así como, describir las colaboraciones y articulaciones establecidas con el equipo de la ESF e identificar la motivación de estos para el trabajo comunitario. El estudio es una investigación exploratorio-descriptiva, con abordaje cualitativo, con 12 presidentes de las asociaciones comunitarias de la sede del municipio de Sobral � Ceará, Brasil. La recolección de las informaciones fue efectuada por medio de entrevistas semiestructuradas, que a continuación fueron sistematizadas y analizadas utilizando la categorización de Minayo. En relación a los significados de la ESF para los sujetos del estudio, se constata que ellos comprenden la dinámica organizativa del proceso de trabajo del equipo y como son desarrolladas las acciones. En lo que concierne a la articulación y colaboración de las asociaciones comunitarias con la ESF, se percibe de una forma general, que existe una buena implicación entre estos. En cuanto a los motivos para el ingreso en el trabajo comunitario, los sujetos relatan que se integraron en estos movimientos desde muy temprano, teniendo como motivación la necesidad de acceso a las políticas públicas, para la mejora de la calidad de vida de la colectividad y por tener espíritu de liderazgo. La participación por medio de las asociaciones comunitarias en los territorios de actuación de la ESF, corrobora el incremento y consolidación de esta política de salud.
Palabras clave: Atención Primaria a la Salud/ Política de Salud/ Programa Salud da Familia/ Salud Comunitaria/ Participación Comunitaria.
 

Bibliografía

1. Rosa WAG, Labate RC. Programa saúde da família: a construção de um novo modelo de assistência. Rev. Latino-Am. Enfermagem [online]. 2005; 13(6):1027-1034. Acessado em: 14 de julho de 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rlae/v13n6/v13n6a16.pdf.
2. Ximenes Neto FRG. Gerenciamento do território na Estratégia Saúde da Família: o processo de trabalho dos gerentes [dissertação]. Fortaleza: Universidade Estadual do Ceará-UECE; 2007.
3. Ximenes Neto FRG, Ponte MAC, Dias MAS, Chagas MIO, Amaral MIV. Educação permanente em Enfermagem: uma tecnologia em construção na Estratégia Saúde da Família em Sobral-Ceará, Brasil. Biblioteca LasCasas. 2012; 8(1). Disponible en https://www.indexf.com/lascasas/documentos/lc0633.php.
4. Minayo MES. O Desafio do Conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 11ª. Rio de Janeiro: Hucitec; 2010.
5. Góis CWL. Psicologia Comunitária: atividade e consciência. Fortaleza: Publicações Paulo Freire de Estudos Psicossociais; 2005.
6. Pereira AC, organizador. Odontologia em saúde coletiva: Planejando ações e promovendo saúde. Planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: ARTMED; 2003, 440p.
7. Bordenave JED. O que é Participação. São Paulo: Brasiliense; 2006.
8. Oliveira MCB. Revelando a Participação em Vila União, Bairro do Município de Sobral. Sobral, 2007. Monografia (Especialização em Caráter de Residência em Saúde da Família) - Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA, Escola de Formação em Saúde da Família Visconde de Sabóia.
9. Brasil. Ministério da Saúde. Conhecimento em Gestão Participativa: relatório e pesquisa. Brasília: Ministério da Saúde; 2007.
10. Viegas W. Cidadania e Participação Popular. Acessado em: 14 de julho de 2015. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/4199/cidadania-e-participacao-popular/2.
11. Modesto P. Participação popular na administração pública. Acessado em: 14 de julho de 2015.Disponível em: https://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=2586.
12. Campos GWS. Um método para análise e co-gestão de coletivos: a constituição do sujeito, a produção de valor de uso e a democracia em instituições - o método da roda. São Paulo: Hucitec; 2000.
13. Martins AV, Willi N. Resolução: Instituir a Conferência Local de Saúde e o Conselho Local de Saúde. Acessado em: 14 de julho de 2015. Disponível em: www.cascavel.pr.gov.br/conselhodesaude/resolucoes2007/resolução_51.htm-24k-.
14. Andrade LOM, Martins Júnior T. Saúde da Família construindo um novo modelo- A experiência de Sobral. In: SANARE. Revista Sobralense de Políticas Públicas. out./nov./dez. 1999; 1(1):7-17.
15. Pereira EDS, Pedrosa JIS. Refletindo a relação movimentos sociais e governo: mudanças na gestão e inclusão da participação popular nas políticas públicas de saúde. Revista Gestão & Saúde. dez. 2010; 1(1-3):9-15.

Principio de p�gina
error on connection